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    O blog João Kepler mudou de endereço ......

     

    Acesse agora: www.joaokepler.blog.br

     

    Com um novo visual e muitas novidades para você !!!


    Os posts aqui no UOL são antigos .... serevem apenas para consulta ao Banco de Dados de mensagens anteriores !!



    Escrito por João Kepler às 05h08
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    Escrito por João Kepler às 05h07
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    “Loja dentro de loja” – Uma parceria inteligente

     

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    O conceito de “loja dentro de loja”, antes mais concentrado no setor supermercadista, está crescendo e novas parcerias estão sendo feitas, dada a escassez de grandes espaços para abertura de unidades e a vantagem de custos menores de instalação e fidelização de clientes em tempo de crise econômica. Especialistas em varejo crêem que esse tipo de negócio deverá ocorrer mais em todos os setores varejistas e estimam que a sinergia entre duas operações possa trazer um incremento de cerca de 30% em vendas e faturamento aos proprietários.

     

    Este é o caso da Franchising Ventures, por exemplo, fundo que possui marcas como a Livraria Nobel, Café Donuts, Centro Britânico e Sapataria do Futuro, que acredita que o conceito, também conhecido como store in store, pode ser uma alternativa para maximizar o faturamento e eliminar gastos. Hoje, a empresa possui 10 unidades da Livraria Nobel que contêm uma loja da Café Donuts, e aposta que esse número deve crescer. De acordo com Eduardo Peres, gerente de Expansão do Café Donuts, com a parceria há aumento de 20% a 30% em faturamento. Para ele, o modelo também deve crescer em todas as áreas de varejo, e afirma estarem abertos a novos formatos que incluam suas marcas e franquias. “Busco locais que tenham viabilidade, com possibilidade de um espaço barato e custos interessantes, muitas vezes falamos para o franqueado que ele pode melhorar seu negócio com outra loja, e ele próprio também tem interesse”, explica o gerente.

     

    Potencial

     

    Para especialistas em varejo, esse tipo de negócio também deve continuar a crescer com as inúmeras possibilidades de parceria e custos mais baixos. De acordo com Leonardo Araújo, diretor executivo da Gad Retail, empresa que desenvolve projetos de ponto-de-venda e tem como clientes redes como Wal-Mart, é mais fácil uma rede procurar uma outra operação que já atue em uma área em que não é especializada. Além disso, o consumidor está cada vez mais exigente e vai optar por locais que lhe dêem mais conforto e mais opções. “Isso valoriza a loja e pode trazer um incremento de cerca de 30% em vendas”, diz. Luis Góis, sócio sênior da consultoria Gouvêa de Souza (GS&MD), concorda. Ele afirma que no Brasil ainda há muito espaço para se explorar o conceito, já que nos Estados Unidos e na Europa, por exemplo, há diversas tendências e exemplos, como é o caso da rede de farmácias britânicas Boots, que tem óticas dentro de suas unidades, e outros serviços. Ou ainda lojas de departamentos que possuem salões de beleza. “É mais fácil criar uma parceria e é possível trazer operações que estão ligadas e se complementam.” Ele lembra que há vários modelos possíveis: além de ter uma outra operação dentro da loja, pode ser criado um corner - pequeno espaço na loja -, só com produtos de uma marca, ou ainda pavimentos diferentes, por exemplo.

     

    Recentemente o Braço Varejo do Grupo Silvio Santos, Lojas Baú Crediário, montou uma operação semelhante. É uma expansão com Ponto Fixos de Vendas dentro de Lojas parceiras espalhadas pelo Brasil, que se utiliza da força da marca do Grupo e do canal único de distribuição e tecnologia para vender produtos diretamente das Lojas do Baú aos consumidores destes Pontos de Vendas. Essa sistema de “Loja dentro da Loja” no Nordeste é chamada de Ponto a Ponto Baú.

     

    Adaptado de artigo do Blog do Varejo - Aprovare / Jornal DCI



    Escrito por João Kepler às 07h29
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    Supermercado virtual, essa moda pega no Brasil ?

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    O site Alice.com, acaba de ser lançado nos EUA. Apesar desse serviço de “supermercado virtual” não ser nenhuma novidade, o diferencial deste site é justamente não ser um Supermercado. A proposta é uma espécie de outlet virtual onde diversas marcas e fabricantes expõe seus produtos, sendo uma forma de relacionamento direta, sem intermediários, com o consumidor, oferecendo mais de 6mil produtos com descontos em média 25% mais barato que qualquer outra loja.

     

    O site se encarrega de organizar os produtos escolhidos no carrinho de compras virtual, aceita cupons de descontos, facilidades, programa de fidelidade e muitas outras formas e vantagens para o consumidor. Os itens comprados são embalados e entregue gratuitamente diretamente na casa do cliente.

     

    No Brasil, em 2000, foi lançado um portal nesta linha, batizado de Amélia. ( Amelia.com.br )  A idéia era vender toda a gama de produtos e oferecer ainda outros serviços, tais como vídeo-locação, lavanderia, revelação de filmes, conserto de roupas e sapatos. Mas a experiência fracassou em pleno estouro da "bolha da internet". Depois disso, o grupo Pão de Açúcar, dono do site, decidiu diferenciar os canais de venda de alimentos e não-alimentos. Os alimentos ficaram embaixo do guarda-chuva do Pão de Açúcar Delivery  ( www.paodeacucar.com.br ) e os não-alimentos no Extra ( www.extra.com )  Hoje, os dois negócios estão alocados em cada uma das Unidades de Negócios.

     

    O Pão de Açúcar Delivery oferece listas prontas, programa de fidelidade (Pão de Açúcar Mais), receitas culinárias, além de encontrar diversos produtos de mercearias, vinhos e os produtos exclusivos Taeq.  O serviço não está disponível para todo o Brasil, atendendo somente no Estado de São Paulo e nas cidades do  Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba e Fortaleza.

     

    No Japão, o mercado de encomendas de itens de supermercado deve chegar a quase US$ 19 bilhões, informa um estudo da Yano Research. A maioria das grandes redes de mercearias e mercados japoneses já estão no mundo virtual.

     

    Esta modalidade de negócios que está em franca expansão no mercado brasileiro, uma vez que as grandes redes varejistas que possuem lojas físicas estão dedicando maior atenção para o comércio eletrônico. É uma tendência natural que supermercadistas também passem a investir no e-commerce, por três motivos essenciais: oferece maior praticidade, agilidade e comodidade ao cliente, além disso, é uma vantagem competitiva, reduz custo de estoque e diminui o risco de inadimplência, uma vez que as transações são efetuadas por meio do cartão de crédito. Um estudo feito com 954 clientes de uma rede de supermercado revela que o nível de satisfação dos consumidores que compraram virtualmente ficou estabelecido em 70,1%.

     

    Vamos ver que acontece, se mais supermercados vão oferecer serviços web e as movimentações do setor no Brasil. 

     

     

    Fonte Pesquisa: flywheelblog.com, Alice.com, tecnovarejo.blogspot.com, Abras, paodeacucar.com.br e Marjori Rosa (http://hdl.handle.net/10183/2079 )

     

     



    Escrito por João Kepler às 06h19
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    O Varejo Brasileiro segue dando show de inovação

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    O Brasil é seguramente um exemplo em inovação para o varejo global.  

     

    Inovação não é somente uma boa idéia nova, é a poderosa combinação de elementos que criam laços com o consumidor, aumentando a sua percepção de valor sobre a empresa, seus produtos e serviços.

     

    Percebemos facilmente nessas empresas inovadoras, três plataformas e premissas principais de inovação:

     

    1) Acesso a novos Produtos e Serviços;

    2) Design, Qualidade e Acessibilidade;

    3) Variedade e Localização.

     

    Que se transformam em verdadeiras alavancas de Vendas e Relacionamento.

     

    Alguns exemplos de empresas brasileiras, que mostram como o varejo se transformou em referência internacional:

     

    - Pão de Açúcar -  O formato dos supermercados e estratégia multicategorias da marca própria Taeq;

    - Casas Bahia - A estratégia e competência da gestão de crédito para baixa renda;

    - Magazine Luiza – A maneira simples de sua loja virtual

    - Riachuelo - Os serviços financeiros integrados com operações de varejo;

    - Lojas do Baú – O modelo de renovação e a pulverização de Ponto Fixos de Vendas;

    - Dicico – O formato compacto de lojas de material de construção;

    - Hering - Criação de canais exclusivos da marca;

    - Boticário - Criou a maior rede mundial de franquia de lojas de cosméticos;

    - Natura – Montou uma das maiores operações mundiais em vendas diretas;

    - Jequiti – Utiliza fortemente o relacionamento e a mídia no SBT para atrair consultoras de vendas;

    - Dpaschoal – Rede de lojas próprias e autorizadas para atuação em mercados com menor potencial;

    - Lojas Americanas – O fortalecimento virtual com a BW2

    - Calçados Paquetá - Integração indústria-varejo multibandeiras;

    - Grupo atacadista Martins – As lojas Smart

     

    Entre muitos outros exemplos ... 

     

    Os principais drivers para a inovação tem sido a instabilidade da economia mundial, a concorrência e a necessidade de atingir os consumidores emergentes.

     

    Parabéns ao varejo brasileiro !!

     

    Fonte Pesquisa: sites das empresas e DCI



    Escrito por João Kepler às 07h06
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    As Indústrias e a Venda pela Internet

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    Em setembro de 2008, o Jornal Valor Econômico publicou uma matéria onde  mostrava que a venda pela internet seria o novo ponto de atrito entre a Indústria e o varejo. Nesta matéria, a consultoria Gouvêa de Souza & MD, especializada em varejo, previa que as indústrias usariam cada vez mais os endereços web para se aproximar do consumidor final, transformando os seus sites de relacionamento em lojas virtuais. A matéria também apresentou uma pesquisa onde 90% das 100 redes varejistas entrevistadas responderam de forma negativa a iniciativa da indústria.

     

    Pois bem, 10 meses depois, realmente mais indústrias estão buscando seu espaço neste canal de vendas pela Internet ou por outro canal direto ao Consumidor. A exemplo e no mesmo caminho de empresas como Panasonic, Sony, Apple,  Whirlpool (Brastemp e Consul), Nestlê,  Coca-Cola, entre muitas outras marcas que já desenvolveram através de seus próprios sites, Lojas Virtuais de comércio eletrônico ou um sistema de interação e venda ao consumidor final.

     

    A principal alegação não é fazer concorrência as lojas físicas, mas a importância do contato direto entre indústria e consumidores, quando até então os clientes eram “invisíveis” e apenas de “propriedade” dos varejistas e financeiras, agora essas informações passam a ser compartilhados também pelos fabricantes, nada mais justo.

     

    Estas indústrias têm no canal varejista um fortíssimo aliado, é verdade e aos poucos, a internet vai fortalecendo a relação dos consumidores com os produtos diretamente nas indústrias, uma vez que pela Internet, é possível o cliente explorar todo o catálogo e mix de produtos que muitas vezes nas Lojas fica inviável fazer por questões econômicas, de espaço e até de tempo do cliente.

     

    Através das iniciativas de e-commerce a indústria pode além da venda (pelo preço sugestão ao varejo) de todo o seu mix de produtos, ter um portal de relacionamento, onde o consumidor deixa sua opinião, dicas, reclamações e sugestões. Além disso, se aproximar e desenvolver campanhas de CRM e mensurar as tendências de consumo.

     

    Por outro lado, os Varejistas alegam que as indústrias devem focar em produzir e deixar com eles a tarefa de vender, tem lógica este argumento, porém, os tempos são outros e as pesquisam apontam o Brasil como um dos principais usuários da Internet no mundo, além disso, os clientes buscam e exigem determinadas posturas de suas marcas preferidas, por isso, o Varejo deve focar também neste mercado virtual saindo de suas Lojas físicas e indo buscar na Internet esse consumidor ávido por conteúdo e informação. Como fez a Loja Virtual das Casa Bahia, por exemplo.

     

    De qualquer forma, na prática, nessa queda de braço, não se tem notícias de que o varejo (em conjunto)  bloqueou determinada marca por estar supostamente fazendo concorrência de venda pela Internet.   Vamos em frente e que venham mais Lojas Virtuais e outros modelos de Venda Direta ao Consumior, nós agradecemos !!

     



    Escrito por João Kepler às 07h40
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    Intenção de compra em alta entre os nordestinos

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    Todas as classes sociais foram beneficiadas com aumento de renda no ano passado. Apesar disso, o brasileiro deve reduzir as suas pretensões de compra. Menos o nordestino, que é o mais otimista com a situação geral do país e está pouco disposto a economizar, segundo a pesquisa Observador Brasil realizada pelo instituto Ipsos-Public Affairs, a pedido da financeira francesa Cetelem. Enquanto nas outras regiões houve uma retração nas previsões de gastos, de acordo com o levantamento, o Nordeste obteve uma das maiores intenções de compra, ficando atrás apenas do Norte/Centro-Oeste. Eletrodomésticos e móveis lideram a lista de itens desejados pelos nordestinos.

     

    "O Nordeste é a região que mais está se beneficiando do acesso ao crédito e isso está se traduzindo em aumento de vendas", diz Marcos Etchegoyen, vice-presidente do Cetelem Brasil. O Observador vem traçando as tendências de consumo desde 2005. Para a edição de 2008, o estudo ouviu consumidores de 70cidades de nove regiões metropolitanas do país, entre 16 e 28 de dezembro de 2008. Em onze países da Europa, onde essa mesma pesquisa é realizada, a pedido do grupo Cetelem, houve uma queda na avaliação da situação geral do país. No Brasil, entretanto, a nota de 0 a 10 que foi dada pelos consumidores, que era 5,3 no ano passado, subiu para 5,6.

     

    "Este é um dado que pode confirmar que a crise econômica ainda não foi percebida pela população, já que os efeitos no Brasil estão bem menores que em outros países da Europa", diz Etchegoyen. Neste contexto, os nordestinos são os mais otimistas. A região deu a maior média para a situação do país, que ganhou nota 6. Outra explicação para a boa avaliação do país, segundo o vice-presidente do Cetelem, é o aumento da renda em todas as classes sociais, proporcionado em 2009. Segundo o estudo, a renda familiar média do brasileiro cresceu 11%, passando de R$ 1.047, em 2007, para R$ 1.162.

     

    O maior avanço ocorreu nas classes A e B que, depois de sofrer um achatamento dos rendimentos em 2006 e 2007, foi beneficiada com um aumento de 16,5%, atingindo R$ 2.586. Na classe C, o aumento da renda foi de 13%, chegando a R$ 1.201. Já as classes D e E, houve um incremento de 12% na comparação anual, para R$ 650. Mesmo com mais renda disponível para gastar, nos doze itens levantados pelo estudo, houve uma retração nas intenções de compra. No Nordeste, entretanto, a única redução foi nos gastos com lazer, que caiu de 18% para 17% das menções. Móveis (31%) eletrodomésticos (37%) e celulares (25%) são os principais itens na lista do nordestino.

     

    Curiosamente, os carros não obtiveram uma alta expressiva nas intenções de consumo. A redução do IPI já estava em vigor durante o período de pesquisa, mas a vontade de comprar carros no país caiu de 17%, em 2007, para 14% das menções. Já os eletrodomésticos, que ainda não tinham recebido o incentivo fiscal, lideravam as pretensões de compra. "Com a manutenção do IPI para a linha branca, a venda desses produtos tende a ficar ainda mais aquecida", analisaEtchegoyen.

     

    Fonte: Mirella Falcão – Diario de Pernambuco

     

     



    Escrito por João Kepler às 15h08
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    Reduzindo os impostos, as lojas podem vender mais barato

     

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    Na medida em que se reduzem os impostos, as lojas podem vender mais barato e aumenta o consumo. E aumentando o consumo, aumenta a produção e reduz o desemprego é o que afirma a Associação Comercial do Rio de Janeiro.

     

    A decisão do governo de manter a redução do IPI, foi comemorada pelo setor varejista. A continuidade da ação impulsionará a economia do País frente ao atual momento econômico, aponta o  IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo)

     

    A medida mostrou resultados bastante positivos no primeiro semestre, sendo que o IPV (Índice de Preços no Varejo), calculado pela Federação do Comércio de São Paulo, revelou que ocorreu uma queda real nos preços dos produtos com a desoneração, demonstrando, dessa forma, o peso que os impostos exercem sobre o poder de compra do trabalhador.

     

    O comércio espera maior crescimento do setor com as medidas anunciadas pelo governo. Segundo cálculo da CNC (Confederação Nacional do Comércio), o setor esperava crescer 4% em 2009, em relação ao ano passado. Depois do anúncio do IPI, contudo, o percentual foi revisto para 4,3%.

     

    No entanto, o setor clama por uma Reforma Tributária mais ampla e mais profunda. As reduções pontuais tributárias já indicam a necessidade que há no Brasil de menor carga tributária, por isso, uma visão permanente de longo prazo é essencial para todo modelo de desenvolvimento e o país não pode escapar disso. É o que declarou em nota a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan)

     

    De uma maneira ou de outra, o efeito cascata dessa redução pontual é muito benéfico, na medida em que gera mais consumo, mais produção e mais emprego.

     

    Fonte Pesquisa: IDV e Agência Brasil

     

     



    Escrito por João Kepler às 07h33
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    Consumidores estão satisfeitos com e-commerce

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    Os consumidores que compraram presentes para o Dia das Mães e para o Dia dos Namorados pela internet no mês de maio aprovaram os serviços prestados pelas lojas virtuais brasileiras. De acordo com o “Índice de Confiança do e-consumidor”, estudo desenvolvido pela e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), 86,45% dos internautas que fizeram suas compras nestes sites se disseram satisfeitos com o resultado final de suas compras.

     

    O resultado foi o recorde do ano e demonstra que os varejistas virtuais brasileiros estão, a cada dia, mais bem preparados. O mês de maio é o segundo período mais importante do varejo no ano. Com o aumento no número de vendas, é natural que o e-commerce registre alguns problemas relacionados à logística durante o período. Mas o nível de satisfação indica que não foi o que aconteceu.

     

    Para chegar aos resultados, a e-bit colheu 109.128 questionários no mês de maio. Por eles, as pessoas opinavam sobre quesitos como facilidade de comprar, seleção e informação sobre os produtos, preços, navegação, entrega no prazo, qualidade dos produtos, qualidade do atendimento a clientes, política de privacidade e manuseio e envio dos produtos.

     

    Durante o período do Dia das Mães, o e-commerce faturou R$ 440 milhões. Já no Dia dos Namorados R$ 393 milhões. Ambos os resultados significam um crescimento de 20% em relação às mesmas épocas do ano passado.

     

    Fonte:  MundoMarketing



    Escrito por João Kepler às 10h22
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    Vendas pela Internet: Alagoas perdeu o medo do comércio eletrônico

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    Praticidade na compra, rapidez na entrega e preços competitivos. O grande sucesso do 'E-Commerce', como é chamado o comércio pela Internet, está nas facilidades, tanto para quem compra como para quem vende. Um mercado novo, o virtual, que vem crescendo muito nos últimos anos.

     

    Em Alagoas, uma nova empresa de comércio eletrônico para venda de INGRESSOS On-Line, Show de Ingressos,  teve seu portal lançado a menos de 40 dias e já alcançou um resultado fantástico em número de acessos e superou as expectativas nas vendas dos ingressos para eventos da região e em outras partes do Brasil.

     

    Isso mostra claramente que o Alagoano perdeu o medo de comprar pela Internet, mas ainda são pouquíssimas empresas de Alagoas que disponibilizam seus produtos para a venda on-line pela Internet. Por outro lado, estar na rede para atender esses novos clientes é uma preocupação cada vez maior entre os empresários. Segundo uma empresa de Tecnologia Web em Alagoas, Softwan Store, especializada em desenvolvimento de Lojas Virtuais, diversas empresas do comércio tradicional, tem procurado propostas para implantação do seu comércio eletrônico.

     

    Grande parte desta mudança de perfil se deve aos Portais, de notícias, de fotos, de entretenimento e principalmente as Redes Sociais, que fazem com que muitas pessoas fiquem conectadas mais tempo ao computador e pelos celulares de última geração. Recentemente o famoso microblog Twiitter virou uma mania entre os Alagoanos e rapidamente cresceu em números de usuários (de estudante a empresários) de Maceió em uma proporção extraordinária. Neste sentido, navegam e recebem notícias em tempo real de outras pessoas e principalmente de empresas que de forma sutil anunciam seus produtos virtualmente.

     

    Este boom em Alagoas, apesar de ainda não ser proporcional ao que acontece em todo o Brasil, mas já reflete o caminho a ser seguido. Segundo uma empresa que faz pesquisa no setor, a e-bit, enquanto o comércio tradicional em todo o Brasil cresceu 5% em 2008, o eletrônico teve 50% de aumento. E este ano já cresceu mais 25%. A e-bit prevê ainda que o número de consumidores online atinja 17,2 milhões em 2009, ante os 13,2 milhões do ano passado.

     

    As compras pela internet realmente estão em alta no Brasil. uma pesquisa inédita da consultoria AC Nielsen, mostrada recentemente, os internautas brasileiros formam o maior grupo de consumidores online da América Latina . De acordo com o estudo, 87% dos usuários de computador do país já compraram pela rede – um índice impressionante mesmo para padrões mundiais. Em segundo lugar estão os chilenos, com 77%, seguidos dos argentinos, com 74%. Além de formar o maior grupo, os internautas brasileiros são os mais assíduos compradores, cerca de 40% responderam que a última compra foi feita há menos de um mês, bem à frente dos usuários de outros países.

     

     

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    As razões para quem ainda não compra virtualmente são muito poucas, basicamente é a inexperiência de compra pela Internet, além dos receios de usar o cartão de crédito, de que o produto traga frustração, de o produto ser entregue com defeito e demora na entrega.

     

    Mas, estes receios são válidos até certo ponto, porém, a chance de alguma Loja Virtual devidamente registrada, certificada e verificada pelos meios de pagamento com cartões VISA, MASTER CARD e AMERICAN EXPRESS e Bancos tradicionais, como o BRADESCO e ITAÚ de se aproveitar para usurpar dados, senhas e informações importantes, hoje em dia, praticamente não existe. Além disso, Antes de clicar em "confirmar" as condições da compra, informe-se sobre a empresa prestadora do serviço, sua reputação, razão social, CNPJ, endereço e telefone são importantes, caso seja necessário encontrar a companhia após a concretização do negócio.

     

    Todos nós sabemos, que comprar pela Internet é mais rápido e mais prático. Realmente o medo está virando coisa do passado com o aperfeiçoamento da tecnologia e com as opções cada vez maiores de Lojas Virtuais. Não existe um meio mais cômodo para se comprar o que quiser: basta procurar uma boa loja virtual, verificar todas as características do produto para ver se realmente é o que esperava, adicionar ao "carrinho virtual", escolher a forma de pagamento, a forma de entrega e aguardar. A Internet permite que o consumidor pesquise para escolher melhor o seu produto, sem precisar sair de casa e nem se preocupar com os horários das lojas convencionais.

     

    A cada dia que passa, a população Alagoana está fazendo mais compras pela rede, valorizando o comércio eletrônico. Bem-vinda Alagoas a realidade do mundo virtual !!



    Escrito por João Kepler às 06h09
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    Só pode ter tudo quem está disposto a correr o risco de não ter nada

     

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    Empreender - O céu é o limite ! São possibilidades infinitas de negócios.

     

    Para entrar nesse mundo que mais parece um universo você só precisa ter um negócio, ou estar livre para entrar em um, e depois em outro, e daqui a pouco em mais outro. Saindo ou permanecendo nas oportunidades anteriores na hora em que bem entender. 

     

    Quem tem um emprego tem um bocado de coisas. Sobretudo, a sensação de estabilidade, de que há uma zona de conforto, de que as coisas estão de alguma forma garantidas. (Elas não estão. Mas essa é uma ilusão gostosa de ter e de nutrir. Torna o cotidiano de qualquer um mais leve. E talvez, no final, essa quimera seja a única coisa realmente bacana que uma grande corporação tem a oferecer nos dias que correm e nos dias que virão.). O ponto é que é preciso não ter um emprego para viver o mundo das possibilidades infinitas de crescimento e realização. Só quem não tem garantias pode viver com toda a intensidade esse sentimento sobre a própria carreira, sobre a própria renda, sobre o próprio dia-a-dia profissional. Esse é um mundo para quem abdica da estabilidade, da zona de conforto, da sensação (verdadeira ou falsa) de segurança. Eis o ponto: só pode ter tudo quem está disposto a correr o risco de não ter nada. Não é para qualquer um. Não é mesmo!!

     

    Diariamente o empreendedor confronta com propostas de compra, venda, associação, joint-ventures, consultoria, parcerias, expansão, novos produtos, novos serviços. As oportunidades surgem numa velocidade e num volume muito maiores do que quando se é funcionário de uma empresa. Parece que o mundo se abre para quem se abre a ele. Parece que é preciso se deslocar e pedir a bola para receber os melhores lançamentos.

     

     

    Adaptado do brilhante artigo de Adriano Silva



    Escrito por João Kepler às 06h02
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    Varejo Brasileiro, prevalecem micros e pequenas empresas

     

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    Em razão de suas características estruturais, o varejo é uma atividade de larga importância para a sociedade. Mesmo antes de a agricultura surgir, o ser humano já praticava o escambo. Grandes descobertas foram motivadas pelo comércio, nas quais personagens épicos se aventuravam pelos mares ainda desconhecidos à procura de mercadorias e mercados. É recorrente afirmarmos que não há um só rincão, por mais longínquo, que não tenha o comércio estabelecido.

     

    No varejo brasileiro, prevalecem as micros e pequenas empresas, o que confere a elas o papel de principais contratantes e de utilizar mão-de-obra familiar. São lojas e estabelecimentos de “uma porta só”, que promovem a distribuição de renda e levam a produção industrial aos mais de 5.500 municípios do País. Sobre esse setor pesam muitas ameaças, entre as quais destacamos o avanço das grandes redes internacionais, que, além da vantagem da escala (compram e vendem em grandes quantidades, o que permite maior capacidade de negociação com fornecedores e consumidores), têm acesso a financiamentos no exterior, onde as taxas de juros são infinitamente menores.

     

    Os monopólios, igualmente, intimidam – e atualmente o comércio enfrenta os abusos das administradoras de cartões de crédito. Há poucas linhas de crédito disponíveis, mesmo nas agências de fomento – e quando existem são desanimadoramente burocráticas ou com juros irreais. Contra tudo isso há o associativismo, um remédio universal e insubstituível, materializado nas Câmaras de Dirigentes Lojistas. É papel destas entidades empunhar as bandeiras mais importantes em política e economia – e também de serem as guardiãs do crédito ao consumidor. Sem o SPC, milhões de brasileiros não teriam construído patrimônio ou adquirido bens e serviços. Não há economia saudável sem crédito vigoroso.

     

    Fonte: Artigo de Sergio Medeiros, presidente FCDL/SC



    Escrito por João Kepler às 05h31
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    Venda Direta mostra força diante da crise

     

     

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    Por mais um ano o segmento da Venda Direta terminou registrando crescimento. Poderia nem ser motivo para surpresa ou comentário por ser mais um ano de resultados positivos em uma longa sequência de sucesso de uma década... porém, esses resultados não podem passar despercebidos diante do cenário de crise que tomou conta não apenas do noticiário, mas da realidade de todos nós, de forma prática.

     

    Como se explica a Venda Direta ter crescido 14% em 2008, movimentando 18,5 bilhões de Reais, sendo que justamente no período mais crítico do ano, de outubro a dezembro de 2008, o setor obteve crescimento real de 8,7%, movimentando R$ 5,5 bilhões, quase metade das vendas do ano? 

     

    Esse cenário é o mais oportuno para avaliar o principal diferencial do sistema: seu Canal de Vendas. Muito é dito sobre o canal de Venda Direta, mas o principal diferencial que deve ser entendido é todo o esforço de investimento em marketing e capacitação que as empresas do setor empreendem para fortalecê-lo, muito mais do que qualquer outro segmento.

     

    E o fazem justamente porque esse canal tem uma peculiaridade: ele não apenas cresce com a mobilização diária em busca de vendas, por intermédio da atividade dos revendedores diretamente junto aos seus clientes, ampliando as vendas regulares ou conquistando novos consumidores – o que acontece havendo crise ou não, o que é também a tônica de vendas de qualquer outro sistema comercial.

     

    Há ainda um fator adicional, que potencializa o sistema justamente nos momentos de crise, como a atual: a alavancagem desse exército de profissionais provocada pela necessidade de trabalho ou de renda extra. Ou seja, durante as fases adversas da economia, nas quais aumenta o desemprego e a queda da renda familiar, a Venda Direta se apresenta como uma opção real e efetiva para absorver mão de obra. A mecânica diária de busca por vendas é maximizada e multiplicada por tantos quantos forem os novos entrantes no canal de vendas do sistema.

     

    O setor tem experimentado ainda, nos anos recentes, um aumento da retenção deste canal, cujos protagonistas têm um perfil cada vez mais profissional e empreendedor, acompanhando o crescimento do empreendedorismo no país, como alternativa ao conceito cada vez mais vago (e escasso) de emprego. Este perfil, aliado à profissionalização das empresas do setor, tem feito com que muitas pessoas que aderiram ao sistema como uma opção provisória, o adote como sua principal fonte de renda e se mantenham dentro da Venda Direta por encontrarem uma oportunidade real de crescimento, um ambiente propício à realização de seus planos pessoais de desenvolvimento de um negócio próprio com mais liberdade de atuação, e no qual podem explorar habilidades de realização e mesmo de relacionamento pessoal para concretizar negócios que nem sempre encontraram em outras atividades.

     

    É essa realidade que permite que o setor comemore hoje, em plena crise mundial que já não pode ser considerada apenas uma marola em nosso território, ter iniciado 2009 com um contingente de 2 milhões de revendedores ativos pelo Brasil, superando em 7,2% a marca obtida em 2007. Essa expansão do canal, paralela ao aumento da venda média de cada revendedor em 6,4%, constitui o principal alavancador dos resultados do mercado de Venda Direta em 2008.

    Que lição o segmento pode agregar aos demais? Talvez, o de quanto é importante estudar seu canal de vendas em profundidade e entender com antecipação o impacto dos movimentos de mercado e da economia sobre ele, e não sobre as vendas. O impacto sobre as vendas é mera decorrência do comportamento de seu canal em relação ao ambiente econômico.

     

    Ele responderá com melhores resultados na medida em que o empresário municiá-lo sistematicamente (e não apenas esporadicamente ou à beira da crise) com recursos materiais sólidos de trabalho (como a Venda Direta faz com os materiais de apoio que disponibiliza ao seu canal) e argumentos consistentes e relevantes para manter os clientes de seu canal interessados em seus produtos, a despeito das crises (como o segmento faz de forma massiva com as promoções e lançamentos).

     

    Que possamos todos testemunhar nesses momentos de cautela mercadológica, a máxima tão disseminada de que o ideograma oriental para o conceito de “crise” é o mesmo utilizado para o conceito de “oportunidade”, e assim nos permitir aprender mais com outros setores que têm aplicado esse conceito na prática.

     

    Fonte: Marcelo Alves - DirectBiz Consultants.

     



    Escrito por João Kepler às 05h50
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    Criatividade é arte de fazer diferente todos os dias!

     

     

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    Não é fácil ser criativo. Não é fácil ter uma idéia em que ninguém ainda pensou. A criatividade é condição inerente ao ser humano e que, a partir de seu exercício, produtos e serviços inovadores entrarão no mercado. No dicionário quer dizer: “ter coragem para empreender”

     

    Segundo pesquisa realizada pela Pricewaterhouse Coopers, publicada na Gazeta Mercantil os profissionais mais valorizados são os realizadores éticos e criativos. A criatividade favorece observar, enxergar o que todos não estão vendo, visualizando coisas diferentes.

     

    Com a criatividade, é possível perceber a solução para problemas através de novas saídas. Porém, não basta somente criar e gerar idéias, é preciso analisá-las e implementá-las. Também enxergar que a criatividade não é somente um instrumento de soluções de problemas, mas também como alavancagem de negócios e surgimento de novos serviços.

     

    É preciso trabalhar a imaginação, compilando a idéia, colocando-a em prática, em prol da agregação de valor ao negócio que você trabalha, através do desejo aguçado e da vontade de acertar, o que favorecerá a construção de algo novo ou inusitado. Mas não adianta ser criativo, é preciso dar origem, tirar do nada, imaginar, inventar novas idéias todos os dias. Mas não dá para ser criativo sem ser ousado. Afinal, para criar algo novo, partindo do nada é preciso empreender, ou seja, ousar.

     

    Hoje, no mundo dos negócios, a competitividade está cada vez mais acirrada. É de suma importância que a empresa, além de propiciar um ambiente de trabalho que aflore a criatividade, propicie também um clima de trabalho harmonioso, onde toda a equipe, além de ser demasiadamente valorizada, possa atuar de forma a somar forças, conhecimentos e talentos, fazendo da improvisação, da adaptação, da imaginação e da criatividade, um trampolim para o sucesso.

     

    "Nada se cria; tudo se copia", este famoso ditado popular foi adaptado ao mundo corporativo e é chamado de: Benchmarking. A forma,  politicamente correta, de se copiar as idéias dos outros. E isso é bom, pois força a aplicação na prática, de outras idéias, adaptadas à  realidade de cada empresa ou negócio. Ou seja, cria-se situações ao nosso dia-a-dia, baseadas em idéias pré-existentes. Sair da mesmice é a palavra de ordem, pois, através da criatividade, surge a inovação, fator determinante no mundo dos negócios.

     

    Consciente de que este mercado é bastante cruel e altamente competitivo, o que se verifica é que o profissional inteligente não adormece um minuto sequer, para tanto, permanece diariamente bem atento e com um olhar vivo no mercado, não se acomodando com o sucesso de hoje, mas trabalhando em prol da garantia do sucesso do amanhã.

     

    É adequado dizer que, se a sua empresa ou você na sua profissão, não fazer diferente todos os dias, estará fadado ao fracasso e, em curto período de tempo, poderá estar excluído do mercado.

     

     

    Artigo adaptado dos textos de Daniel Stur/Marizete Furbino/Maria Inês Felippe/Reinaldo Silvestre Júnior



    Escrito por João Kepler às 08h13
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    Toda empresa precisa de um bom VENDEDOR

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    Todos os dias e em todos os jornais do Brasil, na seção de classificados podemos acompanhar a grande procura por VENDEDORES. Para vender desde papelaria, consórcios, imóveis, comércio varejista, até telefonia. E ainda existem vendedores SEM TRABALHO ?? 

     

    Cadê os vendedores profissionais? Bem, a grande maioria já está trabalhando, porque escolheram o que querem vender. É isso mesmo, bons profissionais escolhem a empresa e o produto que querem trabalhar ou vender. Por isso essa quantidade de anúncios, é exatamente para atrair esses "moscas brancas" que se transformam em verdadeiros consultores especialistas dos produtos que vendem e fazem acontecer. Mas para isso, este anúncio deveria ser mais específico e focado.

     

    Recentemente a Agência do Trabalhador do Distrito Federal, ofertou de 100 vagas para vendedor para trabalhar em duas empresas de telefonia celular. Este anúncio atraiu mais de 600 pessoas. Essas empresas da seleção procuravam pessoas dinâmicas e comprometidas que queriam ganhar muito dinheiro. Pois é, a procura por "muito dinheiro" é a chave para atrair pessoas que estão desempregadas e que precisam pagar as contas. Como as exigências para a vaga de vendedor, na maioria das empresas, são baixas, a aventura por um “bico” acontece. Nada contra ao "bico" ou a "oportunidade" de trabalhar, mas vendedor é uma profissão que precisa ser valorizada. O que estamos vendo no mercado são pessoas que não tem menor vocação ou perfil, se aventurando no ramo das vendas. O palestrante Eduardo Botelho, quando ainda era vivo,  criou um termo - O vendedor Jaque: “Já que não deu para nada ou não tinha outra oportunidade de emprego, foi ser vendedor”.

     

    Em um processo de seleção em uma empresa de recrutamento que acompanhei no início do mês, o percentual para contratação de novos vendedores, foi de 100 para 20, ou seja, a cada 100 candidatos, 20 tinham condições de aproveitamento e desses 20 aprovados, supostamente com perfil, que a empresa investiu em capacitação e técnicas de vendas, apenas 5 efetivamente conseguiram produzir. Dos 5 remanescentes, apenas 3  deram o resultado esperado e desses 3 que ficaram, 2 já eram profissionais.

     

    O palestrante Raul Candeloro, costuma dizer que o erro na valorização da profissão, começa do próprios vendedores profissionais, ele diz que: "um médico fala que é médico, um advogado fala que é um advogado e um vendedor diz que “trabalha com vendas” ou na “área comercial”."

     

    Sempre há trabalho para vendedores, porém o que atrai um bom vendedor ou um Vendedor Profissional não é somente COMISSÃO, é um conjunto de coisas, como: Uma empresa honesta, ótimos produtos, incentivos de vendas, suporte a vendas, marcas, ambiente de trabalho, Lideranças, organização, tempo de mercado, histórico, confiança, reputação e claro, uma boa política de remuneração. São essas algumas das principais coisas que atrai o "mosca branca" ter "paixão" pelo o que vai vender ou pela sua empresa.

     

    Costumo dizer que um bom vendedor procura a empresa que quer trabalhar e diz o que pode fazer por ela.



    Escrito por João Kepler às 07h32
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    Empreendedores empresários ou Empresários empreendedores ?

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    Hoje em todo o  Brasil, estamos vendo constantemente pessoas montando novos tipos de negócios, inventando produtos diferentes, remodelando antigos modelos e conceitos de empresas, instalando quiosques e lojinhas, usando a tecnologia a seu favor, antenado nas mídias sociais, identificando brechas e oportunidades para serviços e produtos. Essas pessoas chamamos de empreendedores. São aqueles que geralmente sem apoio ou financiamento externo, conseguem fazer acontecer e que não tem medo de cair na água primeiro, para depois aprender a nadar.

     

    A característica de uma pessoa empreendedora é a coragem e a capacidade de fazer com muito pouco ou quase nada. A grande similaridade entre essas pessoas, é a determinação pelo objetivo a qualquer preço. O ponto fraco é que eles não se planejam e a grande maioria toca o seu negócio ao sabor do vento. Com isso, geralmente não sabem para onde estão indo.

     

    Em várias empresas de empreendedores que fecham as portas prematuramente, é identificado alguns pecados capitais dos “empresários” de primeira viagem e que levam ao fechamento do negócio. O principal deles, é porque não tem Plano de Negócios, ou seja,  sabiam o queriam fazer, tinham vontade de fazer, porém não se preocupam com:

     

    - Manutenção do negócio;

    - Investimentos acima da capacidade de geração de caixa;

    - Planejamento Estratégico;

    - Controle de custos;

    - Calcular mal sua política comercial;

    - Subestima a importância do capital de giro;

    - Vendem a prazo sem verificar a capacidade de pagamento de seus clientes;

    - Centralizam demais as informações, decisões e funções;

    - Fazem dívidas maiores do que a capacidade de gerar caixa;

    - Usam dinheiro da empresa para pagar contas pessoais e tentam cobrir déficit da Pessoa Jurídica usando o limite de crédito da pessoa física. 

     

    Outra situação geralmente muito peculiar no empreendedor é que não gosta de controlar números nos negócios, ou seja, não consegue medir e mapear as entradas e saídas de dinheiro da empresa e menos ainda de indicadores de performance, por isso, quando precisa tomar uma decisão importante, não tem informações confiáveis para se basear e termina decidindo no achismo. Para manter o equilíbrio e a saúde da empresa, alguns empreendedores apostam no aumento do volume de vendas. Quando as vendas estão aquecidas o problema de caixa, não aparece muito, quando a crise aperta, como não tem controle sobre o negócio, o que era goteira, vira cachoeira. É claro que isso, não é geral e temos as exceções, mas quando um empreendedor consegue ultrapassar essas dificuldades, aprender, entender e aplicar as regras básicas de gestão que mencionamos acima, ele vira um empresário.

     

    Temos no Brasil, diversos exemplos de sucesso de empreendedores que hoje são grandes empresários. Essa receita sucesso é o diferencial dos negócios em ascensão no mercado, empresários com espírito de empreendedores que conseguem aliar a força, idéias e a garra com a regularidade e a precaução.

     

    Empreender no Brasil deveria ser prioridade, pois os índices de desemprego são alarmantes e a quantidade de jovens em formação ou recém formados complica ainda mais a situação. Por isso, os governantes devem estimular a criação de idéias, capacitação e promover oportunidades para essas pessoas. O SEBRAE e a ENDEAVOR, vem fazendo brilhantemente isso. É claro que nem todo mundo nasce com esse espírito empreendedor, porém se forem corretamente estimuladas, podem fazer da necessidade, uma oportunidade de vida.



    Escrito por João Kepler às 06h32
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    O segredo dos Supervendedores

     

     

     

    Construir uma boa imagem e pensar sempre no consumidor são regras básicas para se tornar uma grande profissional de vendas. Quem já chegou lá, ensina outras dicas:

     

    - Acreditar no produto

    Se nem você compraria, imagine o cliente!

     

    - Ter conhecimento de causa

    Ninguém gosta de ser atendido por quem não sabe dar as informações. Respostas na ponta da língua, por favor.

     

    - Preservar o relacionamento

    É melhor perder uma venda do que colocar em risco a confiança que a pessoa tem em você. Mesmo porque recuperar o terreno perdido é tarefa de gigante. Lembre-se: vendedor precisa de visão a longo prazo.

     

    - Saber ouvir

    Preste atenção no que o cliente diz para oferecer o que ele quer.

     

    - Manter-se motivado e bem-humorado

    Faz toda a diferença. Vendedor deve ter uma certa vocação teatral e nunca, nem mesmo diante de um problema mais sério, deixar a peteca do humor cair. Quem gosta de cara feia?

     

    - Ser honesto

    Ou isso ou pode dar adeus ao comprador, que só vai se deixar enganar uma vez. Não permita que a desconfiança se instale na mente dele.

     

    - Persistir

    Se você tem certeza de que seu cliente ficará feliz com a compra, embora demonstre hesitação, insista na venda. Só tome cuidado para não ser chato e inconveniente. Empurrar a mercadoria é pecado mortal.

     

    - Ser flexível para negociar

    Use todo o seu feeling para saber até onde você e ele podem chegar. A etapa das conversações pede muito jogo de cintura.

     

    - Isto se aprende na escola

    Embora uns e outros digam que o bom vendedor nasce pronto, a cada dia que passa surgem técnicas mais eficazes para aprimorar o exercício da profissão. Tanto assim que não faltam cursos especializados.

     

     

    Adaptado do artigo envidado por Rommel Bezerra

     



    Escrito por João Kepler às 06h13
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    Show de Ingressos, sucesso de crítica e de público

     

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    Show de Ingressos, a Plataforma de E-commerce para Venda de Ingressos pela Internet que está se transformando no maior sucesso de critica e público em todo o Brasil.  Um site especializado e focado no  público A e B para compra antecipada de Shows, Parques, Cinema, Teatro e Eventos pela Internet, www.showdeingressos.com.br .

     

    O Show de Ingressos é totalmente seguro, atendendo as novas recomendações da legislação e-commerce no Brasil, além disso é certificado e  verificada pela VISA e BRADESCO” Comenta Diogo Assis, um dos responsáveis pelo gestão do site.

     

    O grande diferencial da caçula dos sites e VENDA DE INGRESSOS, é o modelo de operação que é no sistema de franquias Estaduais, dando assim condições para que os melhores eventos de cada local(Estado) estejam a disposição dos clientes da região. A entrega do Ingresso é local, dando agilidade e segurança. Além disso, o site parcela as compras em até 3x e cada compra é acumulado pontos para o programa de fidelização.

     

    Queremos ser o maior site de venda de ingressos, genuinamente Brasileiro, com maior capilaridade e Eventos VIPs espalhados pelo Brasil” declara,  Tarso Sarmento, um dos responsáveis pela captação de Eventos.

     

    Qualquer evento pode ser cadastrado no site, desde que esteja no padrão exigido pelo sistema. Tem que direcionado ao público VIP e tem que ter estrutura e segurança exigida por este público específico.



    Escrito por João Kepler às 09h14
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    Posto Autorizado de Vendas das Lojas BAÚ CREDIÁRIO

     

     

     

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    Como já postamos e informamos anteriormente, que o braço varejo do Grupo Silvio Santos, BAÚ CREDIÁRIO, lançou seu projeto chamado de PONTO a PONTO que utilizará a expertise da Plataforma de Vendas BAÚ EM CASA, unidade de negócio para a venda Porta a Porta.

     

    Por conta deste post, recebemos diversos e-mails de interessados em fazer parte desta oportunidade de agregar a marca BAÚ ao seu Ponto Comercial.

     

    Por isso, resolvemos postar aqui maiores detalhes deste projeto:

     

    O Ponto a Ponto BAÚ é uma espécie de posto avançado de venda das Lojas BAÚ CREDIÁRIO nos interiores do Brasil.  Os interessados precisam ter uma estrutura de Ponto Fixo de Vendas desde que esteja em condições de receber a marca BAÚ como parceira e seja com vista para rua movimentada. Pode ser um escritório, Lojista de Móveis, Supermercado, Mercadinho ou qualquer tipo de Loja ou varejo. Será uma parceria entre a Plataforma de Vendas BEC com os Pontos Fixos de lojistas locais (nas cidades) que NÃO atuem no segmento de Eletro-Eletrônico. Estes Pontos, estão sendo chamados inicialmente de Posto Autorizado de Vendas.

     

    O BAÚ vai instalar na loja interessada,  um sistema automatizado e integrado com o estoque centralizado das Lojas BAÚ CREDIÁRIO, para que o lojista local possa oferecer em tempo real a seus clientes um mix de produtos que hoje ele não dispõe. A venda é feita através do sistema on-line, utilizando os  modelos de financiamentos e preços agressivos hoje praticados pelas Lojas próprias do BAÚ CREDIÁRIO. A entrega será feita pelo BAÚ diretamente na casa do cliente, juntamente com a Nota Fiscal do Produto.

     

    O BAÚ vai disponibilizar aos lojistas do Ponto a Ponto, um Kit de divulgação da marca BAÚ, toda sua estrutura, logística e tecnologia para vendas de Eletro-Eletrônicos e Utilidades Domésticas. Estes lojistas vão se aproveitar da mídia ostensiva no SBT e agregar valor a sua loja com a marca BAÚ e Silvio Santos.

     

    Através do site www.pontoapontobau.com.br  os interessados neste projeto poderão se cadastrar como candidato. A partir do dia 01 de junho, a Plataforma de Vendas vai entrar em contato para providenciar a implantação do projeto, nas lojas qualificadas.

     

    Outras informações estão sendo diariamente publicadas através do Twitter www.twitter.com/PontoaPontoBAU e no www.pontoapontobau.com.br

     



    Escrito por João Kepler às 06h33
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    Busca por consórcio cresce 69%

     

     

     

     

     

    Nova lei, que entrou em vigor em fevereiro, ajudou a reverter números ruins do setor no início do ano. Administradoras preveem alta de 40% em 2009.

     

    A nova lei dos consórcios, que entrou em vigor no início de fevereiro permitindo ao usuário contemplado quitar financiamentos imobiliários com a carta de crédito, causou uma reviravolta neste mercado.

     

    No primeiro bimestre, em função da crise, a venda de novas cotas sofreu queda de 16,6% em todo o país, a primeira retração após mais de cem meses de crescimento consecutivo. Foram 25 mil cotas vendidas para aquisição de imóveis em janeiro e fevereiro, contra 30 mil no mesmo período do ano passado.  Já em março, após a vigência da nova lei, as vendas atingiram 22,3 mil, acelerando 69% na comparação com fevereiro (13,2 mil) e trazendo o resultado do primeiro trimestre de volta para o campo positivo, com crescimento de 3,2% sobre 2008. Os dados são da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. Essa recuperação levou o setor a prever um crescimento de 40% nos resultados de 2009.

     

    E foi justamente a possibilidade de quitar o financiamento imobiliário com o crédito do consórcio que levou o servidor público federal Marcos Rogério Pires Bueno a adquirir uma cota no último mês de março. Ele mora em um imóvel no valor de R$ 130 mil, financiado em dez anos pela Caixa Econômica Federal, pelo qual paga uma mensalidade de R$ 2,3 mil. No consórcio, para uma carta de crédito de R$ 100 mil, em doze anos, a mensalidade é de R$ 880. Para Bueno, o principal atrativo da modalidade é justamente o custo mais baixo na comparação com o financiamento bancário. “Ainda posso usar o Fundo de Garantia [FGTS] para dar um lance, reduzindo as prestações, e conseguir a carta [de crédito] para quitar o financiamento”, diz. O servidor conta que tinha receios em relação ao sistema de consórcio. “Mas acabei entrando em um grupo para a compra de um carro e fui contemplado logo no início. Vendi a carta de crédito e vi que era um bom negócio. Agora quero ver se consigo sair do financiamento”, conta.

     

    O presidente da regional Sul da Abac e gerente comercial do Consórcio Servopa, Gilberto Marenda Pereira, ressalta que uma campanha institucional, veiculada na televisão em rede nacional no mês de março, também pode ter contribuído para a retomada das vendas. “Também é preciso levar em conta que, em janeiro e fevereiro, ainda havia uma desconfiança muito grande sobre o futuro econômico. Hoje há uma acomodação, com uma virada razoável no cenário”, avalia. Com isso, o dirigente aposta em um crescimento de até 40% sobre o resultado do ano passado.

     

    A diretora superintendente de consórcios da Ademilar, Tatiana Reichmann, afirma que mesmo nos dois primeiros meses do ano sua empresa teve resultados positivos na comparação com 2008. “Com o cenário econômico, esperávamos um início de ano mais difícil, mas acabamos com um resultado cerca de 70% maior, o que nos levou a abrir dois novos grupos”, afirma. “Consórcio não é um produto muito simples de ser vendido. Requer planejamento, tanto de quem vende quanto de quem compra. Mas o consumidor está buscando o consórcio como um investimento”, avalia.

     

    De acordo com Bueno, quase 90% dos clientes de consórcio já têm imóvel próprio. “O consórcio é um sistema interessante, mas não é o melhor caminho para quem quer adquirir seu primeiro imóvel”, diz. Segundo ele, a desvantagem é que, ao contrário do financiamento, o consórcio não garante a entrega imediata do bem. “Geralmente são pessoas que querem se mudar para um imóvel melhor, mas não têm tanta urgência. Assim, quando contemplado, este cliente vende o imóvel atual e usa a carta de crédito para comprar um novo”, explica.

     

    Uma pesquisa da Abac mostra que a classe B, que possui renda média mensal entre R$ 4 mil e R$ 8 mil, representa 64% dos clientes de consórcios, enquanto a classe A representa 21%. A classe C, com renda média de R$ 1.370, representa apenas 10%, justamente pela dificuldade dessas famílias em arcar com as despesas do aluguel e a mensalidade do consórcio simultaneamente. Atualmente, existem 513 mil consorciados na compra de imóveis em todo o país. O número é 9,3% maior que no mesmo período de 2008.

     

     

    Adaptado da Fonte: Fonte: Abac / Gazeta do Povo



    Escrito por João Kepler às 08h48
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