Meu humor



Meu perfil
BRASIL, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, English, Informática e Internet, Viagens
MSN - joaokbraga@hotmail.com




Arquivos

    Votação
     Dê uma nota para meu blog

    Outros links
     Siga este meu BLOG pelo TWITTER:
     Seja uma Posto Autorizado de Vendas das LOJAS DO BAÚ
     Site do Baú




    Blog do João Kepler
     


    Varejo Brasileiro, prevalecem micros e pequenas empresas

     

    .

    Em razão de suas características estruturais, o varejo é uma atividade de larga importância para a sociedade. Mesmo antes de a agricultura surgir, o ser humano já praticava o escambo. Grandes descobertas foram motivadas pelo comércio, nas quais personagens épicos se aventuravam pelos mares ainda desconhecidos à procura de mercadorias e mercados. É recorrente afirmarmos que não há um só rincão, por mais longínquo, que não tenha o comércio estabelecido.

     

    No varejo brasileiro, prevalecem as micros e pequenas empresas, o que confere a elas o papel de principais contratantes e de utilizar mão-de-obra familiar. São lojas e estabelecimentos de “uma porta só”, que promovem a distribuição de renda e levam a produção industrial aos mais de 5.500 municípios do País. Sobre esse setor pesam muitas ameaças, entre as quais destacamos o avanço das grandes redes internacionais, que, além da vantagem da escala (compram e vendem em grandes quantidades, o que permite maior capacidade de negociação com fornecedores e consumidores), têm acesso a financiamentos no exterior, onde as taxas de juros são infinitamente menores.

     

    Os monopólios, igualmente, intimidam – e atualmente o comércio enfrenta os abusos das administradoras de cartões de crédito. Há poucas linhas de crédito disponíveis, mesmo nas agências de fomento – e quando existem são desanimadoramente burocráticas ou com juros irreais. Contra tudo isso há o associativismo, um remédio universal e insubstituível, materializado nas Câmaras de Dirigentes Lojistas. É papel destas entidades empunhar as bandeiras mais importantes em política e economia – e também de serem as guardiãs do crédito ao consumidor. Sem o SPC, milhões de brasileiros não teriam construído patrimônio ou adquirido bens e serviços. Não há economia saudável sem crédito vigoroso.

     

    Fonte: Artigo de Sergio Medeiros, presidente FCDL/SC



    Escrito por João Kepler às 05h31
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    Venda Direta mostra força diante da crise

     

     

    .

    Por mais um ano o segmento da Venda Direta terminou registrando crescimento. Poderia nem ser motivo para surpresa ou comentário por ser mais um ano de resultados positivos em uma longa sequência de sucesso de uma década... porém, esses resultados não podem passar despercebidos diante do cenário de crise que tomou conta não apenas do noticiário, mas da realidade de todos nós, de forma prática.

     

    Como se explica a Venda Direta ter crescido 14% em 2008, movimentando 18,5 bilhões de Reais, sendo que justamente no período mais crítico do ano, de outubro a dezembro de 2008, o setor obteve crescimento real de 8,7%, movimentando R$ 5,5 bilhões, quase metade das vendas do ano? 

     

    Esse cenário é o mais oportuno para avaliar o principal diferencial do sistema: seu Canal de Vendas. Muito é dito sobre o canal de Venda Direta, mas o principal diferencial que deve ser entendido é todo o esforço de investimento em marketing e capacitação que as empresas do setor empreendem para fortalecê-lo, muito mais do que qualquer outro segmento.

     

    E o fazem justamente porque esse canal tem uma peculiaridade: ele não apenas cresce com a mobilização diária em busca de vendas, por intermédio da atividade dos revendedores diretamente junto aos seus clientes, ampliando as vendas regulares ou conquistando novos consumidores – o que acontece havendo crise ou não, o que é também a tônica de vendas de qualquer outro sistema comercial.

     

    Há ainda um fator adicional, que potencializa o sistema justamente nos momentos de crise, como a atual: a alavancagem desse exército de profissionais provocada pela necessidade de trabalho ou de renda extra. Ou seja, durante as fases adversas da economia, nas quais aumenta o desemprego e a queda da renda familiar, a Venda Direta se apresenta como uma opção real e efetiva para absorver mão de obra. A mecânica diária de busca por vendas é maximizada e multiplicada por tantos quantos forem os novos entrantes no canal de vendas do sistema.

     

    O setor tem experimentado ainda, nos anos recentes, um aumento da retenção deste canal, cujos protagonistas têm um perfil cada vez mais profissional e empreendedor, acompanhando o crescimento do empreendedorismo no país, como alternativa ao conceito cada vez mais vago (e escasso) de emprego. Este perfil, aliado à profissionalização das empresas do setor, tem feito com que muitas pessoas que aderiram ao sistema como uma opção provisória, o adote como sua principal fonte de renda e se mantenham dentro da Venda Direta por encontrarem uma oportunidade real de crescimento, um ambiente propício à realização de seus planos pessoais de desenvolvimento de um negócio próprio com mais liberdade de atuação, e no qual podem explorar habilidades de realização e mesmo de relacionamento pessoal para concretizar negócios que nem sempre encontraram em outras atividades.

     

    É essa realidade que permite que o setor comemore hoje, em plena crise mundial que já não pode ser considerada apenas uma marola em nosso território, ter iniciado 2009 com um contingente de 2 milhões de revendedores ativos pelo Brasil, superando em 7,2% a marca obtida em 2007. Essa expansão do canal, paralela ao aumento da venda média de cada revendedor em 6,4%, constitui o principal alavancador dos resultados do mercado de Venda Direta em 2008.

    Que lição o segmento pode agregar aos demais? Talvez, o de quanto é importante estudar seu canal de vendas em profundidade e entender com antecipação o impacto dos movimentos de mercado e da economia sobre ele, e não sobre as vendas. O impacto sobre as vendas é mera decorrência do comportamento de seu canal em relação ao ambiente econômico.

     

    Ele responderá com melhores resultados na medida em que o empresário municiá-lo sistematicamente (e não apenas esporadicamente ou à beira da crise) com recursos materiais sólidos de trabalho (como a Venda Direta faz com os materiais de apoio que disponibiliza ao seu canal) e argumentos consistentes e relevantes para manter os clientes de seu canal interessados em seus produtos, a despeito das crises (como o segmento faz de forma massiva com as promoções e lançamentos).

     

    Que possamos todos testemunhar nesses momentos de cautela mercadológica, a máxima tão disseminada de que o ideograma oriental para o conceito de “crise” é o mesmo utilizado para o conceito de “oportunidade”, e assim nos permitir aprender mais com outros setores que têm aplicado esse conceito na prática.

     

    Fonte: Marcelo Alves - DirectBiz Consultants.

     



    Escrito por João Kepler às 05h50
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    Criatividade é arte de fazer diferente todos os dias!

     

     

    .

    Não é fácil ser criativo. Não é fácil ter uma idéia em que ninguém ainda pensou. A criatividade é condição inerente ao ser humano e que, a partir de seu exercício, produtos e serviços inovadores entrarão no mercado. No dicionário quer dizer: “ter coragem para empreender”

     

    Segundo pesquisa realizada pela Pricewaterhouse Coopers, publicada na Gazeta Mercantil os profissionais mais valorizados são os realizadores éticos e criativos. A criatividade favorece observar, enxergar o que todos não estão vendo, visualizando coisas diferentes.

     

    Com a criatividade, é possível perceber a solução para problemas através de novas saídas. Porém, não basta somente criar e gerar idéias, é preciso analisá-las e implementá-las. Também enxergar que a criatividade não é somente um instrumento de soluções de problemas, mas também como alavancagem de negócios e surgimento de novos serviços.

     

    É preciso trabalhar a imaginação, compilando a idéia, colocando-a em prática, em prol da agregação de valor ao negócio que você trabalha, através do desejo aguçado e da vontade de acertar, o que favorecerá a construção de algo novo ou inusitado. Mas não adianta ser criativo, é preciso dar origem, tirar do nada, imaginar, inventar novas idéias todos os dias. Mas não dá para ser criativo sem ser ousado. Afinal, para criar algo novo, partindo do nada é preciso empreender, ou seja, ousar.

     

    Hoje, no mundo dos negócios, a competitividade está cada vez mais acirrada. É de suma importância que a empresa, além de propiciar um ambiente de trabalho que aflore a criatividade, propicie também um clima de trabalho harmonioso, onde toda a equipe, além de ser demasiadamente valorizada, possa atuar de forma a somar forças, conhecimentos e talentos, fazendo da improvisação, da adaptação, da imaginação e da criatividade, um trampolim para o sucesso.

     

    "Nada se cria; tudo se copia", este famoso ditado popular foi adaptado ao mundo corporativo e é chamado de: Benchmarking. A forma,  politicamente correta, de se copiar as idéias dos outros. E isso é bom, pois força a aplicação na prática, de outras idéias, adaptadas à  realidade de cada empresa ou negócio. Ou seja, cria-se situações ao nosso dia-a-dia, baseadas em idéias pré-existentes. Sair da mesmice é a palavra de ordem, pois, através da criatividade, surge a inovação, fator determinante no mundo dos negócios.

     

    Consciente de que este mercado é bastante cruel e altamente competitivo, o que se verifica é que o profissional inteligente não adormece um minuto sequer, para tanto, permanece diariamente bem atento e com um olhar vivo no mercado, não se acomodando com o sucesso de hoje, mas trabalhando em prol da garantia do sucesso do amanhã.

     

    É adequado dizer que, se a sua empresa ou você na sua profissão, não fazer diferente todos os dias, estará fadado ao fracasso e, em curto período de tempo, poderá estar excluído do mercado.

     

     

    Artigo adaptado dos textos de Daniel Stur/Marizete Furbino/Maria Inês Felippe/Reinaldo Silvestre Júnior



    Escrito por João Kepler às 08h13
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    Toda empresa precisa de um bom VENDEDOR

    .

     

     

    .

    Todos os dias e em todos os jornais do Brasil, na seção de classificados podemos acompanhar a grande procura por VENDEDORES. Para vender desde papelaria, consórcios, imóveis, comércio varejista, até telefonia. E ainda existem vendedores SEM TRABALHO ?? 

     

    Cadê os vendedores profissionais? Bem, a grande maioria já está trabalhando, porque escolheram o que querem vender. É isso mesmo, bons profissionais escolhem a empresa e o produto que querem trabalhar ou vender. Por isso essa quantidade de anúncios, é exatamente para atrair esses "moscas brancas" que se transformam em verdadeiros consultores especialistas dos produtos que vendem e fazem acontecer. Mas para isso, este anúncio deveria ser mais específico e focado.

     

    Recentemente a Agência do Trabalhador do Distrito Federal, ofertou de 100 vagas para vendedor para trabalhar em duas empresas de telefonia celular. Este anúncio atraiu mais de 600 pessoas. Essas empresas da seleção procuravam pessoas dinâmicas e comprometidas que queriam ganhar muito dinheiro. Pois é, a procura por "muito dinheiro" é a chave para atrair pessoas que estão desempregadas e que precisam pagar as contas. Como as exigências para a vaga de vendedor, na maioria das empresas, são baixas, a aventura por um “bico” acontece. Nada contra ao "bico" ou a "oportunidade" de trabalhar, mas vendedor é uma profissão que precisa ser valorizada. O que estamos vendo no mercado são pessoas que não tem menor vocação ou perfil, se aventurando no ramo das vendas. O palestrante Eduardo Botelho, quando ainda era vivo,  criou um termo - O vendedor Jaque: “Já que não deu para nada ou não tinha outra oportunidade de emprego, foi ser vendedor”.

     

    Em um processo de seleção em uma empresa de recrutamento que acompanhei no início do mês, o percentual para contratação de novos vendedores, foi de 100 para 20, ou seja, a cada 100 candidatos, 20 tinham condições de aproveitamento e desses 20 aprovados, supostamente com perfil, que a empresa investiu em capacitação e técnicas de vendas, apenas 5 efetivamente conseguiram produzir. Dos 5 remanescentes, apenas 3  deram o resultado esperado e desses 3 que ficaram, 2 já eram profissionais.

     

    O palestrante Raul Candeloro, costuma dizer que o erro na valorização da profissão, começa do próprios vendedores profissionais, ele diz que: "um médico fala que é médico, um advogado fala que é um advogado e um vendedor diz que “trabalha com vendas” ou na “área comercial”."

     

    Sempre há trabalho para vendedores, porém o que atrai um bom vendedor ou um Vendedor Profissional não é somente COMISSÃO, é um conjunto de coisas, como: Uma empresa honesta, ótimos produtos, incentivos de vendas, suporte a vendas, marcas, ambiente de trabalho, Lideranças, organização, tempo de mercado, histórico, confiança, reputação e claro, uma boa política de remuneração. São essas algumas das principais coisas que atrai o "mosca branca" ter "paixão" pelo o que vai vender ou pela sua empresa.

     

    Costumo dizer que um bom vendedor procura a empresa que quer trabalhar e diz o que pode fazer por ela.



    Escrito por João Kepler às 07h32
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    Empreendedores empresários ou Empresários empreendedores ?

    .

     

     

    .

    .

    Hoje em todo o  Brasil, estamos vendo constantemente pessoas montando novos tipos de negócios, inventando produtos diferentes, remodelando antigos modelos e conceitos de empresas, instalando quiosques e lojinhas, usando a tecnologia a seu favor, antenado nas mídias sociais, identificando brechas e oportunidades para serviços e produtos. Essas pessoas chamamos de empreendedores. São aqueles que geralmente sem apoio ou financiamento externo, conseguem fazer acontecer e que não tem medo de cair na água primeiro, para depois aprender a nadar.

     

    A característica de uma pessoa empreendedora é a coragem e a capacidade de fazer com muito pouco ou quase nada. A grande similaridade entre essas pessoas, é a determinação pelo objetivo a qualquer preço. O ponto fraco é que eles não se planejam e a grande maioria toca o seu negócio ao sabor do vento. Com isso, geralmente não sabem para onde estão indo.

     

    Em várias empresas de empreendedores que fecham as portas prematuramente, é identificado alguns pecados capitais dos “empresários” de primeira viagem e que levam ao fechamento do negócio. O principal deles, é porque não tem Plano de Negócios, ou seja,  sabiam o queriam fazer, tinham vontade de fazer, porém não se preocupam com:

     

    - Manutenção do negócio;

    - Investimentos acima da capacidade de geração de caixa;

    - Planejamento Estratégico;

    - Controle de custos;

    - Calcular mal sua política comercial;

    - Subestima a importância do capital de giro;

    - Vendem a prazo sem verificar a capacidade de pagamento de seus clientes;

    - Centralizam demais as informações, decisões e funções;

    - Fazem dívidas maiores do que a capacidade de gerar caixa;

    - Usam dinheiro da empresa para pagar contas pessoais e tentam cobrir déficit da Pessoa Jurídica usando o limite de crédito da pessoa física. 

     

    Outra situação geralmente muito peculiar no empreendedor é que não gosta de controlar números nos negócios, ou seja, não consegue medir e mapear as entradas e saídas de dinheiro da empresa e menos ainda de indicadores de performance, por isso, quando precisa tomar uma decisão importante, não tem informações confiáveis para se basear e termina decidindo no achismo. Para manter o equilíbrio e a saúde da empresa, alguns empreendedores apostam no aumento do volume de vendas. Quando as vendas estão aquecidas o problema de caixa, não aparece muito, quando a crise aperta, como não tem controle sobre o negócio, o que era goteira, vira cachoeira. É claro que isso, não é geral e temos as exceções, mas quando um empreendedor consegue ultrapassar essas dificuldades, aprender, entender e aplicar as regras básicas de gestão que mencionamos acima, ele vira um empresário.

     

    Temos no Brasil, diversos exemplos de sucesso de empreendedores que hoje são grandes empresários. Essa receita sucesso é o diferencial dos negócios em ascensão no mercado, empresários com espírito de empreendedores que conseguem aliar a força, idéias e a garra com a regularidade e a precaução.

     

    Empreender no Brasil deveria ser prioridade, pois os índices de desemprego são alarmantes e a quantidade de jovens em formação ou recém formados complica ainda mais a situação. Por isso, os governantes devem estimular a criação de idéias, capacitação e promover oportunidades para essas pessoas. O SEBRAE e a ENDEAVOR, vem fazendo brilhantemente isso. É claro que nem todo mundo nasce com esse espírito empreendedor, porém se forem corretamente estimuladas, podem fazer da necessidade, uma oportunidade de vida.



    Escrito por João Kepler às 06h32
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    O segredo dos Supervendedores

     

     

     

    Construir uma boa imagem e pensar sempre no consumidor são regras básicas para se tornar uma grande profissional de vendas. Quem já chegou lá, ensina outras dicas:

     

    - Acreditar no produto

    Se nem você compraria, imagine o cliente!

     

    - Ter conhecimento de causa

    Ninguém gosta de ser atendido por quem não sabe dar as informações. Respostas na ponta da língua, por favor.

     

    - Preservar o relacionamento

    É melhor perder uma venda do que colocar em risco a confiança que a pessoa tem em você. Mesmo porque recuperar o terreno perdido é tarefa de gigante. Lembre-se: vendedor precisa de visão a longo prazo.

     

    - Saber ouvir

    Preste atenção no que o cliente diz para oferecer o que ele quer.

     

    - Manter-se motivado e bem-humorado

    Faz toda a diferença. Vendedor deve ter uma certa vocação teatral e nunca, nem mesmo diante de um problema mais sério, deixar a peteca do humor cair. Quem gosta de cara feia?

     

    - Ser honesto

    Ou isso ou pode dar adeus ao comprador, que só vai se deixar enganar uma vez. Não permita que a desconfiança se instale na mente dele.

     

    - Persistir

    Se você tem certeza de que seu cliente ficará feliz com a compra, embora demonstre hesitação, insista na venda. Só tome cuidado para não ser chato e inconveniente. Empurrar a mercadoria é pecado mortal.

     

    - Ser flexível para negociar

    Use todo o seu feeling para saber até onde você e ele podem chegar. A etapa das conversações pede muito jogo de cintura.

     

    - Isto se aprende na escola

    Embora uns e outros digam que o bom vendedor nasce pronto, a cada dia que passa surgem técnicas mais eficazes para aprimorar o exercício da profissão. Tanto assim que não faltam cursos especializados.

     

     

    Adaptado do artigo envidado por Rommel Bezerra

     



    Escrito por João Kepler às 06h13
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    Show de Ingressos, sucesso de crítica e de público

     

    .

     

     

     

    .

    Show de Ingressos, a Plataforma de E-commerce para Venda de Ingressos pela Internet que está se transformando no maior sucesso de critica e público em todo o Brasil.  Um site especializado e focado no  público A e B para compra antecipada de Shows, Parques, Cinema, Teatro e Eventos pela Internet, www.showdeingressos.com.br .

     

    O Show de Ingressos é totalmente seguro, atendendo as novas recomendações da legislação e-commerce no Brasil, além disso é certificado e  verificada pela VISA e BRADESCO” Comenta Diogo Assis, um dos responsáveis pelo gestão do site.

     

    O grande diferencial da caçula dos sites e VENDA DE INGRESSOS, é o modelo de operação que é no sistema de franquias Estaduais, dando assim condições para que os melhores eventos de cada local(Estado) estejam a disposição dos clientes da região. A entrega do Ingresso é local, dando agilidade e segurança. Além disso, o site parcela as compras em até 3x e cada compra é acumulado pontos para o programa de fidelização.

     

    Queremos ser o maior site de venda de ingressos, genuinamente Brasileiro, com maior capilaridade e Eventos VIPs espalhados pelo Brasil” declara,  Tarso Sarmento, um dos responsáveis pela captação de Eventos.

     

    Qualquer evento pode ser cadastrado no site, desde que esteja no padrão exigido pelo sistema. Tem que direcionado ao público VIP e tem que ter estrutura e segurança exigida por este público específico.



    Escrito por João Kepler às 09h14
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    Posto Autorizado de Vendas das Lojas BAÚ CREDIÁRIO

     

     

     

    .

    Como já postamos e informamos anteriormente, que o braço varejo do Grupo Silvio Santos, BAÚ CREDIÁRIO, lançou seu projeto chamado de PONTO a PONTO que utilizará a expertise da Plataforma de Vendas BAÚ EM CASA, unidade de negócio para a venda Porta a Porta.

     

    Por conta deste post, recebemos diversos e-mails de interessados em fazer parte desta oportunidade de agregar a marca BAÚ ao seu Ponto Comercial.

     

    Por isso, resolvemos postar aqui maiores detalhes deste projeto:

     

    O Ponto a Ponto BAÚ é uma espécie de posto avançado de venda das Lojas BAÚ CREDIÁRIO nos interiores do Brasil.  Os interessados precisam ter uma estrutura de Ponto Fixo de Vendas desde que esteja em condições de receber a marca BAÚ como parceira e seja com vista para rua movimentada. Pode ser um escritório, Lojista de Móveis, Supermercado, Mercadinho ou qualquer tipo de Loja ou varejo. Será uma parceria entre a Plataforma de Vendas BEC com os Pontos Fixos de lojistas locais (nas cidades) que NÃO atuem no segmento de Eletro-Eletrônico. Estes Pontos, estão sendo chamados inicialmente de Posto Autorizado de Vendas.

     

    O BAÚ vai instalar na loja interessada,  um sistema automatizado e integrado com o estoque centralizado das Lojas BAÚ CREDIÁRIO, para que o lojista local possa oferecer em tempo real a seus clientes um mix de produtos que hoje ele não dispõe. A venda é feita através do sistema on-line, utilizando os  modelos de financiamentos e preços agressivos hoje praticados pelas Lojas próprias do BAÚ CREDIÁRIO. A entrega será feita pelo BAÚ diretamente na casa do cliente, juntamente com a Nota Fiscal do Produto.

     

    O BAÚ vai disponibilizar aos lojistas do Ponto a Ponto, um Kit de divulgação da marca BAÚ, toda sua estrutura, logística e tecnologia para vendas de Eletro-Eletrônicos e Utilidades Domésticas. Estes lojistas vão se aproveitar da mídia ostensiva no SBT e agregar valor a sua loja com a marca BAÚ e Silvio Santos.

     

    Através do site www.pontoapontobau.com.br  os interessados neste projeto poderão se cadastrar como candidato. A partir do dia 01 de junho, a Plataforma de Vendas vai entrar em contato para providenciar a implantação do projeto, nas lojas qualificadas.

     

    Outras informações estão sendo diariamente publicadas através do Twitter www.twitter.com/PontoaPontoBAU e no www.pontoapontobau.com.br

     



    Escrito por João Kepler às 06h33
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    Busca por consórcio cresce 69%

     

     

     

     

     

    Nova lei, que entrou em vigor em fevereiro, ajudou a reverter números ruins do setor no início do ano. Administradoras preveem alta de 40% em 2009.

     

    A nova lei dos consórcios, que entrou em vigor no início de fevereiro permitindo ao usuário contemplado quitar financiamentos imobiliários com a carta de crédito, causou uma reviravolta neste mercado.

     

    No primeiro bimestre, em função da crise, a venda de novas cotas sofreu queda de 16,6% em todo o país, a primeira retração após mais de cem meses de crescimento consecutivo. Foram 25 mil cotas vendidas para aquisição de imóveis em janeiro e fevereiro, contra 30 mil no mesmo período do ano passado.  Já em março, após a vigência da nova lei, as vendas atingiram 22,3 mil, acelerando 69% na comparação com fevereiro (13,2 mil) e trazendo o resultado do primeiro trimestre de volta para o campo positivo, com crescimento de 3,2% sobre 2008. Os dados são da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. Essa recuperação levou o setor a prever um crescimento de 40% nos resultados de 2009.

     

    E foi justamente a possibilidade de quitar o financiamento imobiliário com o crédito do consórcio que levou o servidor público federal Marcos Rogério Pires Bueno a adquirir uma cota no último mês de março. Ele mora em um imóvel no valor de R$ 130 mil, financiado em dez anos pela Caixa Econômica Federal, pelo qual paga uma mensalidade de R$ 2,3 mil. No consórcio, para uma carta de crédito de R$ 100 mil, em doze anos, a mensalidade é de R$ 880. Para Bueno, o principal atrativo da modalidade é justamente o custo mais baixo na comparação com o financiamento bancário. “Ainda posso usar o Fundo de Garantia [FGTS] para dar um lance, reduzindo as prestações, e conseguir a carta [de crédito] para quitar o financiamento”, diz. O servidor conta que tinha receios em relação ao sistema de consórcio. “Mas acabei entrando em um grupo para a compra de um carro e fui contemplado logo no início. Vendi a carta de crédito e vi que era um bom negócio. Agora quero ver se consigo sair do financiamento”, conta.

     

    O presidente da regional Sul da Abac e gerente comercial do Consórcio Servopa, Gilberto Marenda Pereira, ressalta que uma campanha institucional, veiculada na televisão em rede nacional no mês de março, também pode ter contribuído para a retomada das vendas. “Também é preciso levar em conta que, em janeiro e fevereiro, ainda havia uma desconfiança muito grande sobre o futuro econômico. Hoje há uma acomodação, com uma virada razoável no cenário”, avalia. Com isso, o dirigente aposta em um crescimento de até 40% sobre o resultado do ano passado.

     

    A diretora superintendente de consórcios da Ademilar, Tatiana Reichmann, afirma que mesmo nos dois primeiros meses do ano sua empresa teve resultados positivos na comparação com 2008. “Com o cenário econômico, esperávamos um início de ano mais difícil, mas acabamos com um resultado cerca de 70% maior, o que nos levou a abrir dois novos grupos”, afirma. “Consórcio não é um produto muito simples de ser vendido. Requer planejamento, tanto de quem vende quanto de quem compra. Mas o consumidor está buscando o consórcio como um investimento”, avalia.

     

    De acordo com Bueno, quase 90% dos clientes de consórcio já têm imóvel próprio. “O consórcio é um sistema interessante, mas não é o melhor caminho para quem quer adquirir seu primeiro imóvel”, diz. Segundo ele, a desvantagem é que, ao contrário do financiamento, o consórcio não garante a entrega imediata do bem. “Geralmente são pessoas que querem se mudar para um imóvel melhor, mas não têm tanta urgência. Assim, quando contemplado, este cliente vende o imóvel atual e usa a carta de crédito para comprar um novo”, explica.

     

    Uma pesquisa da Abac mostra que a classe B, que possui renda média mensal entre R$ 4 mil e R$ 8 mil, representa 64% dos clientes de consórcios, enquanto a classe A representa 21%. A classe C, com renda média de R$ 1.370, representa apenas 10%, justamente pela dificuldade dessas famílias em arcar com as despesas do aluguel e a mensalidade do consórcio simultaneamente. Atualmente, existem 513 mil consorciados na compra de imóveis em todo o país. O número é 9,3% maior que no mesmo período de 2008.

     

     

    Adaptado da Fonte: Fonte: Abac / Gazeta do Povo



    Escrito por João Kepler às 08h48
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    Silvio Santos, vai comprar ou não vai?

     

    O empresário e apresentador Silvio Santos espantou o mercado ao anunciar seu interesse na compra do Ponto Frio, mas a nova orientação do grupo é justamente esta - "sair às compras"

     

    Desde que o jovem Senor Abravanel decidiu vender bugigangas no centro do Rio de Janeiro, coisa de 50 anos atrás, o Grupo Silvio Santos (GSS) manteve a mesma estratégia de crescimento - devagar e sempre. Abravanel, o Silvio Santos, foi construindo em torno da rede de televisão SBT negócios a partir do zero. Nessa toada, nasceu seu negócio mais bem-sucedido, o banco Panamericano, que começou como mero instrumento de financiamento dos clientes do Baú da Felicidade e hoje responde por 70% do faturamento de 4,5 bilhões de reais do grupo. Nada menos que 35 empresas foram criadas dessa forma. Pois o ano de 2009 marca a transformação dessa estratégia de décadas. Pela primeira vez em sua história, Silvio decidiu vestir o figurino de comprador de empresas. "A nossa nova orientação é sair às compras", diz Luiz Sebastião Sandoval, presidente do Grupo Silvio Santos há 24 anos. "O crescimento orgânico é mais demorado do que estamos dispostos a esperar."

     

    O empresário e apresentador deu o pontapé inicial nessa estratégia com pompa e circunstância. Em abril, o Grupo Silvio Santos iniciou negociações para a compra do Ponto Frio, segundo maior varejista de eletroeletrônicos e móveis do Brasil. A rede foi posta à venda por sua controladora, Lily Safra, que contratou o banco de investimento americano Goldman Sachs para assessorá-la. Quando a notícia do leilão começava a circular e todos buscavam nos suspeitos de sempre os prováveis interessados na aquisição - Pão de Açúcar, Casas Bahia, Lojas Americanas e outros -, eis que Silvio Santos envia um comunicado ao "mercado" informando que sua pequena rede de lojas do Baú tem interesse no gigante Ponto Frio. Caso a compra seja concluída, a rede de varejo de Silvio passará das 20 lojas atuais para 478 e seu faturamento subirá de 50 milhões de reais para quase 4,5 bilhões. Ou seja, se for concluída, a aquisição transformará radicalmente o grupo inteiro. O banco Panamericano deve ver sua participação no faturamento do grupo cair dos atuais 70% para 35%. E o SBT poderá deixar de ser, definitivamente, a joia da coroa. A emissora de televisão, que chegou a responder por 50% do faturamento do grupo na década de 90, teria reduzida sua participação a apenas 7,5%.

     

    Fonte: Portal Exame por Denise Carvalho



    Escrito por João Kepler às 12h12
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    Cresce o número de pequenos e médios varejistas na internet

     

     

    .

    Ao contrário do que possa parecer, o comércio eletrônico brasileiro está se tornando um universo cada vez mais democrático. Pesquisa divulgada pela e-bit mostra que a participação dos pequenos e médios varejistas tem crescido na internet. A comparação entre os resultados do quarto trimestre de 2008 e o mesmo período de 2007 revela que os dez maiores varejistas on-line perderam 3,2% de participação no mercado. Ainda segundo a pesquisa, se considerada somente a participação do líder de mercado, a perda chega a 5,3% de market share.

     

    Alguns fatores ajudam a entender essa sutil – mas importante – alteração de cenário no varejo eletrônico. Para Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit, a explicação está no menor custo para implantação e divulgação on-line de uma loja, aliado à maior oferta de ferramentas e fornecedores especializados em e-commerce. “É possível encontrar dispositivos para segurança, crédito, propaganda, logística e pós-venda com custos acessíveis, o que garante uma presença mais democrática das lojas”, destaca o executivo. Além disso, existe um interesse crescente pelo empreendedorismo on-line.

     

    Por outro lado, um outro estudo, realizado pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net), mostra que os pequenos varejistas precisam se proteger se quiserem manter seus negócios de forma saudável na internet. Estima-se que todos os anos 45% das lojas estreantes no universo virtual deixam de existir. Entre as maiores fragilidades estão as compras fraudulentas e a logística inadequada. A ausência de marketing on-line é outra deficiência. Muitas pequenas lojas carecem de investimentos em propaganda para que os consumidores saibam da sua existência.

     

    Para Gerson Rolim, diretor-executivo da Camara-e.net, o desconhecimento em relação aos serviços disponíveis para o comércio eletrônico ainda é o maior culpado por esses problemas. “A internet é bem mais democrática do que a economia tradicional. Se quero abrir uma loja e não entendo de logística e meios de pagamento, posso colocar meu negócio num portal que ofereça todas as ferramentas”, exemplifica Rolim. “Hoje é muito simples e barato abrir e manter uma operação na internet”, garante.

     

    Adaptado do Portal Empreendedor



    Escrito por João Kepler às 05h49
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    Ronaldo é garoto-propaganda do SBT

     

     

     

     

    .

    O jogador Ronaldo do Corinthians assinou contrato com o SBT, para ser garoto-propaganda da emissora até o encerramento do Campeonato Brasileiro, em dezembro.

     

    Ronaldo vai gravar duas propagandas institucionais que serão veiculadas pelo SBT em todo o Brasil. Nas chamadas televisivas, ele vai interagir com apresentadores da emissora. Ainda não há data de estreia para as peças publicitárias, mas a previsão é de que sejam veiculadas em, no máximo, 30 dias.

     

    As marcas BAÚ, TELESENA e BANCO PANAMERICANO já estão no uniforme do Corinthians e agora o próprio Ronaldo vai enfatizar a marca do SBT.

     

    O SBT pretende associar sua imagem à capacidade de “dar a volta por cima” do atleta. O canal quer mostrar que está se reinventando e subindo no Ibope com atrações como “Esquadrão da Moda”.

     

    A contratação do craque pelo SBT não agradou à Globo.

     

    Para quem não se lembra, o SBT já tinha experimentado a força do futebol, quando o Vasco (de Romário) entrou no gramado do Maracanã com o logotipo do SBT estampado no peito e nas costas da camisa.

    .

     

     

     

    Adaptado das Fonte: Folha Online e FoconaTv



    Escrito por João Kepler às 06h41
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    A indústria e o varejo perceberam que as classes D e E são garantia de dinheiro em caixa

    De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), as classes AB têm renda domiciliar acima de R$ 4.897. Na classe C, a renda mensal vai de R$ 1.115 a R$ 4.897. A classe D ganha de R$ 804 a R$ 1.115 e a E recebe até R$ 804.

    O diretor da Engemix (divisão de cimento da Votorantim), Álvaro Luís Veloso, confirma que não houve retração. Nos primeiros quatro meses de 2009, diz, as vendas aumentaram 2% na comparação com 2008.

    Maria Antonia Santos, camareira de hospital, faz compras no Mercado Araújo, em Paraisópolis. Com salário de R$ 970, não abriu mão do suco Kapo e do bolinho Pullman para o lanche dos filhos. "A gente ouve falar da crise e até dá uma segurada nas despesas. Mas nada muito importante. As contas estão em dia e agora estamos aumentando a casa", diz.

    A rede de farmácias Pague Menos está em pontos nobres e em cidades do interior, onde o poder aquisitivo é baixo e a atividade industrial é pouco expressiva. "Essas cidades, menos afetadas pelo desemprego, não têm fábricas, vivem da agricultura, do comércio", observa Francisco Deusmar de Queirós, presidente da empresa.

    Na análise de Cláudio Bérgamo, presidente da Hypermarcas, o que mais afetas as classes D e E é a inflação. Como os preços da cesta básica começaram a recuar, acabam por poupar a base da pirâmide. "Essas classes serão as últimas a sentir a crise e só vão mudar os hábitos de consumo se a crise se prolongar demais", avalia.

    A Herbalife, presidida por Marcelo Zalcberg, também investiu na base da pirâmide e há dois anos passou a ter uma linha de cuidados pessoais mais econômica. "Só mesmo a limitação de crédito deverá afetar quem ganha menos. Mas no nosso caso isso não tem acontecido", afirma Zalcberg.

    Henrique Veloso, presidente da fabricante de balas Perfetti Van Melle, definiu como uma das estratégias da multinacional tirar proveito da crise. Acaba de lançar uma campanha voltada às regiões Norte e Nordeste de olho na baixa renda. Para se adaptar, a companhia reduziu as embalagens dos produtos. "Hoje, essa parte dos consumidores pode ter dinheiro apenas para comprar a monopeça, mas, quando a situação melhorar, queremos já fazer parte da vida deles", explica.

    Não é de hoje que a Nestlé observa a baixa renda, segundo Alexandre Costa, diretor de Regionalização. Para tirar vantagem, investiu na venda no porta a porta e desenvolveu embalagens menores e com materiais mais baratos, que resultam em preços mais baixos. Ele festeja: "A baixa renda, neste momento, direciona seu consumo para os alimentos."

    Diretor do instituto de pesquisas Nielsen, João Carlos Lazzarini analisa: "A base da pirâmide não tem espaço para errar e, em muitos casos, se comporta como os ricos. À indústria cabe desenvolver produtos que não abram mão da qualidade, mas que ofereçam uma vantagem a mais."

    Fonte: jornal O Estado de S.Paulo



    Escrito por João Kepler às 06h47
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    Única certeza que temos é a mudança

     

     

     

    .

    Algumas pessoas podem dizer que a morte é a única certeza da vida e pode até ser, mas eu digo que a morte é o final da vida, portanto enquanto você vive as certezas são outras e pra mim “mudança” é a certeza mais comum no nosso cotidiano.

     

    Não adianta ficar reclamando das mudanças que a vida impõe, não adianta lutar contra, as vezes vale até a pena persistir para manutenção de alguma situação, mas esta qualidade de persistente, não pode ser confundida com teimosia e insistência, pois pode fazer você perder tempo para se tocar da mudança no mercado ou que a situação não é mais a mesma de antes.

     

    Como diz um conhecido palestrante “o mundo não tem dó de ninguém, é você mesmo é que tem de conquistar seus espaços”  Como a mudança é a única certeza que temos, seja nós ou o mundo estamos sempre em constante transformação, o grande problema não é a mudança em si, mas como reagimos a ela.

     

    No mundo das vendas, estamos assistindo neste mercado uma nova forma de fazer negócios, toda a cadeia produtiva deve ganhar e o negócio tem que ser sustentável e estar voltado a resultados no curto prazo. Não existe mais aquelas empresas paternalistas onde os benefícios maiores são somente para a base da pirâmide (vendedores), onde investir em vendas era a palavra chave e onde apenas o vendedor é o rei.

     

    As empresas estão voltadas para investir em inovação, tecnologia e fornecimento de condições básicas e necessárias para que o vendedor possa produzir suas vendas.

     

    Essas mudanças em conceito, passam claro, por melhorias de condições de trabalho, porém envolvem a redistribuição das riquezas oriundas das vendas, ou seja, o sistema de comissionamento passa a ser melhor distribuído entre todos na cadeia produtiva, incluindo as empresas e os consumidores (no sentido de Tabela de Preços).

     

    Mas, mexer na minha comissão ? isso não, isso nunca !!”  Ora se o mercado mudou, as inovações chegaram, as empresas (Representadas e Representantes) precisando sobreviver, os preços precisando baixar e a matemática sendo a mesma para todas as concorrentes, como não mexer em comissão de vendas? Pois é, por mais que este tema seja polêmico, é importante que você comece a se adaptar a esta realidade ou mudança no modelo de trabalho, principalmente no sistema Porta a Porta de Eletro-Eletrônicos.

     

    Desta forma, o profissional de vendas tem que manter sua mente aberta para se reinventar e às vezes reaprender as formas de trabalhar em um novo cenário de mercado. Em todo caso, você é livre para escolher onde quer trabalhar, porém acredito sinceramente que ninguém esteja confinado em uma cela ou acorrentado á alguma pedra, são apenas amarras psicológicas que você criou no passado e agora pode estar te limitando.

     

    Tem empresas que reagiram a essas mudanças, optando por diminuir os níveis da pirâmide da venda, eliminando os chamados Sub-Agentes, Gerentes, Supervisores ou Líderes, atuando diretamente com os vendedores, ficando ou incorporando na empresa, a comissão devida a esta camada, por outro lado, tem empresas que preferem continuar da mesma forma, seja por inércia, por oportunismo ou por comodidade, sem mexer em nada ignorando o momento do mercado. Porém em ambos os casos em nada garante a sobrevivência do negócio nos próximos meses.

     

    O certo é que as mudanças chegaram e o profissional de vendas precisa se adaptar as novas formas e opções do mercado. Por isso a importância de ter uma boa auto estima e aceitar a realidade e o aviso, pois,  se você não enxergar isso, pode em curto prazo de tempo incorrer no erro de querer culpar o mundo pela suas mazelas.

     

    As certezas ou incertezas (para alguns) que passamos e que chamamos de mudança neste pensamento (artigo), são momentos em que nos sentimos desprotegidos, mas fiquem tranqüilos, pois com o processo evolutivo de desenvolvimento de novas oportunidades, sairemos mais fortes, preparados e confiantes para a conquistar nossos objetivos.

     

     



    Escrito por João Kepler às 07h59
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    O paraíso do varejo é aqui

     

    Estudo inédito revela que o Brasil é um dos países mais abertos à chegada das redes globais e confia plenamente nas cadeias locais.

     

    .

     

    O brasileiro adora uma loja nova. Cada vez que um ponto de uma cadeia de departamento ou de supermercados é inaugurado, as vendas naquele local superam em 30% a 40% o verificado em qualquer loja antiga da rede. Se a inauguração é de uma varejista recém-chegada, espalha-se o caos. Quando o Burger King veio para o Brasil cinco anos atrás, a fila de consumidores a cada nova inauguração atingia uma hora e meia. A entrada da espanhola Zara por aqui causou tamanho frenesi que, no primeiro mês de operação da loja número um, em São Paulo, era preciso esperar até 25 minutos por um provador livre. Exagero? Dá para ouvir os suspiros de alívio quando o alvoroço se traduz em resultados. "Somos uma das 'bolas da vez' do varejo mundial. Se alguém quiser ganhar mais dinheiro no comércio nos próximos anos, vai ter de olhar para cá", diz Luiz Fernando Goes, sócio da consultoria GS&MD, uma das maiores do setor no Brasil. Pelos rumores mais recentes, a 7-Eleven pode voltar ainda este ano para o País e a fast-food dos sorvetes Cold Stone admitiu na semana passada que vem para cá. Mas as especulações podem ganhar agora um fôlego extra. Um levantamento inédito apresentado na sexta-feira 8, em Barcelona, na World Retail Congress, e obtido com exclusividade pela DINHEIRO, mostra que o Brasil tem baixíssimo índice de rejeição ao modelo global. O levantamento, já nas mãos de mais dois mil diretores de varejistas, revela que o nível de confiança e de apego às marcas por aqui supera a taxa média do resto do mundo. Enquanto 40% dos brasileiros têm uma verdadeira relação emocional com as grandes cadeias, nos outros países a média está em 28%. Nesse bolo, passaram pelo crivo Wal-Mart, Leroy Merlin e C&A, e as brasileiras Casas Bahia, Ponto Frio e Riachuelo.

     

    Oito entre cada dez brasileiros têm ótima relação com a loja onde compram. A taxa supera a média mundial e reflete a alta aceitação no País do modelo de varejo atual. Tamanha aceitação pode ser explicada pelo fato de o Brasil, com um varejo que movimenta R$ 200 bilhões ao ano, ter aberto a sua economia recentemente. Ainda há uma demanda reprimida considerável por diversos bens e serviços. Existe também uma nova classe média que descobriu o crédito cinco anos atrás e que tem abusado dos prazeres do consumo. Além disso, há uma quarta explicação: os consumidores brasileiros tendem a ser mais tolerantes e menos exigentes. "Até pouco tempo atrás, uma minoria viajava e não havia base de comparação", diz o economista Nelson Barrizzelli. "Estamos mais críticos em relação ao que compramos. Mas ainda caminhamos nesse processo." É a primeira vez que essa ligação entre lojas e clientes é avaliada numa pesquisa mundial, realizada em 2008 em 11 países pela Ebeltoft Retail Experts, com apoio da GS&MD. Segundo o trabalho, 80% dos brasileiros confiam completamente na loja onde compram - contra 75% no mundo. A análise é crucial porque esse alto grau de identificação cria clientes fiéis. E são esses os menos seduzidos por descontos, algo comum em tempos de crise.

     

    "Os chamados 'consumidores fiéis emocionais' não são tão influenciados por preços. Eles são as galinhas dos ovos de ouro do varejo", disse recentemente Lisa Bradner, analista da Forrester Research. Os brasileiros são mais propensos a criar essas relações com as lojas, independentemente de sua origem. "Tanto o formato americano quanto o europeu foram bem-sucedidos aqui. Isso não é regra. Basta ver como o Carrefour se deu mal nos EUA", diz Goes. Tome-se o exemplo da Leroy Merlin no Brasil. A rede francesa manteve o nome complicado (fala-se "Merlã") e no início vendia quadros e almofadas ao lado de tintas e cimento. O modelo deu tão certo que a cada seis meses ela abre uma nova unidade. É o mesmo que ocorre na FNAC, que era desconhecida e tinha um modelo inédito. Sinal de que há espaço para novas (e boas) ideias por aqui.

     

    Fonte: Revista IstoÉDinheiro por Adriana Mattos



    Escrito por João Kepler às 16h58
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    A Riqueza na Base da Pirâmide

     

     .

    ASSUNTO: CONSUMIDOR DE BAIXA RENDA, INOVAÇÃO EM PREÇO, PRODUTOS, CANAIS E COMUNICAÇÃO, PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO, CLASSES SOCIAIS

     

    No mundo, quatro bilhões de pessoas vivem com menos de dois dólares por dia. Entre 1,5 e 1,75 bilhões, com renda entre 1.500 e 20.000 dólares. Apenas 100 milhões de pessoas têm renda superior a 20.000 dólares anuais. No Brasil, esses números não são muito diferentes: 46% da população ganha menos que R$ 570,00 mensais, e 82% do nosso povo pertence às classes C,D e E com teto de rendimento na faixa de R$ 1160,00.

     

    Segundo relatório da ONU, um dos maiores problemas ainda não solucionados do século XXI continua sendo a pobreza. Os esforços dos governos, das ONGs e as doações de algumas empresas têm sido de pouca eficácia para resolver essa questão.

     

    C.K. Prahalad, professor da Universidade de Michigan e um dos maiores pensadores de negócios da atualidade, oferece um modelo completamente novo para combater a pobreza. Ele diz que as empresas deveriam ver os pobres como consumidores, capazes de serem inseridos dentro do mercado. Desenhando produtos e serviços para essa camada da população, com preços que eles consigam pagar, e empregando-os na produção e distribuição desses bens, as empresas gerariam crescimento econômico, trabalho, e mobilidade social. Dentro desse cenário, as economias que mais se beneficiariam seriam aquelas dos países em desenvolvimento, como o Brasil, China, Índia, Rússia, Turquia e México.

     

    Várias empresas já começam a vislumbrar o potencial desse mercado para seus negócios. Para a P&G, a América Latina e a Ásia já representam 25% de seu faturamento. Para Coca-cola, Nestlé e Unilever, os países em desenvolvimento canalizam um terço dos seus resultados. No caso da Colgate, o número é ainda mais impressionante: 45%.

     

    Para que mais empresas enxerguem a população de baixa renda como um grande mercado consumidor, é fundamental que alguns preconceitos sejam deixados de lado:

     

    1. Os pobres não têm dinheiro para gastar

     

    2. Como os pobres, em geral, estão localizados nas periferias dos centros urbanos e nas zonas rurais, o acesso à distribuição é muito difícil, e em alguns casos, impossível

     

    3. A população de baixa renda não valoriza as marcas

     

    4. Os avanços tecnológicos têm pouco impacto nessa camada da população

     

    Para combater esses preconceitos e mostrar que a população de baixa renda pode representar um mercado significativo, Prahalad e Stuart Hall escreveram no final dos anos 90 o artigo “A Riqueza na Base da Pirâmide”. O texto, quando oferecido aos principais jornais acadêmicos americanos, foi recusado. Por quê? Ele foi considerado muito radical. Puro preconceito! O mesmo que os autores se propuseram a combater. Somente em 2002, a matéria viria a ser publicada pela Strategy+Business, se tornando um clássico no mundo dos negócios, e a base para o lançamento do livro com o mesmo título.

     

    Comentário sobre este livro é de Ricardo Pomeranz.



    Escrito por João Kepler às 07h06
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    BAÚ lança projeto Ponto a Ponto

     

     

     

     

    O braço varejo do Grupo Silvio Santos, BAÚ CREDIÁRIO, acaba de lançar um novo projeto chamado de PONTO a PONTO que utilizará a expertise do BAÚ EM CASA, unidade de negócio para a venda Porta a Porta.

     

    Trata-se de uma espécie de posto avançado de venda das Lojas BAÚ CREDIÁRIO nos interiores do Brasil. Esta expansão da rede de lojas é através de parcerias com Pontos Fixos de lojistas locais (nas cidades) que não atuem no segmento de Eletro-Eletrônico. Estes Pontos, estão sendo chamados inicialmente de Posto Autorizado de Vendas. A estratégia é utilizar um sistema automatizado e on-line com o estoque centralizado do BAÚ CREDIÁRIO,  usar os modelo de financiamentos e preços agressivos hoje praticados pelas Lojas próprias do BAÚ CREDIÁRIO que utilizam o slogan “Da menor Parcelinha do Brasil”. Estes pequenos lojistas poderão se aproveitar da mídia ostensiva no SBT e agregar valor a sua loja com a marca BAÚ e Silvio Santos.

     

    O BAÚ acredita que com este novo sistema de vendas, deverá atingir em muito pouco tempo mais de 5mil pontos de vendas espalhados por todo o País e se tornar uma das maiores redes de Varejo em capilaridade e em Pontos Fixos de Vendas. Esta é uma oportunidade única para pequenos varejistas espalhados pelo Brasil que não tem linha de crédito para aquisição de estoque e a possibilidade de ainda agregar outros produtos ao seu mix de vendas.

     

    A Caixa Econômica Federal e o Banco PanAmericano do mesmo grupo empresarial Silvio Santos, serão os financiadores da Venda Mercantil em até 18 parcelas pelo CDC, as vendas também poderão ser feitas com Cartão de Crédito e a vista com boleto bancário e ainda pela compra programada.



    Escrito por João Kepler às 20h36
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    Ultrapassamos 10mil acessos no Blog !

      

    Com muito orgulho e satisfação que informo que o Blog www.joaokepler.zip.net totalizou hoje, dia 05 de maio de 2009, seu acesso de número 10 mil! Estamos no ar desde o dia 03 de agosto de 2008, quando o blog começou. (apenas 9 meses)

     

    Só tenho a agradecer pela audiência, paciência e preferência de cada um de vocês, que dedicam um pouquinho do tempo tão escasso para interagir por aqui e ler os meus posts de cada dia. O mais interessante neste blog é que a grande maioria dos acessos diários são de pessoas que não me conheciam ou não me conhecem pessoalmente.

     

    O fato é,  as diversas mensagens, e-mails e comentários que recebo todos os dias, são o combustível necessário para que eu não me limite e continue aqui informando, comunicando e me divertindo todos os dias. Ainda mais agora com a ajuda do Twitter (www.twitter.com/joaokepler )

     

    Com esta marca de 10 mil acessos, mais de 1.100 acessos por mês, posso afirmar que consegui alcançar um pouquinho do meu propósito, que é justamente esta troca de experiências, colocando a cada momento um tema em questão, temas estes que são escolhidos de acordo com o próprio interesse do mercado e de nossa Plataforma de Vendas.

     

    Confesso que a participação está muito além da esperada, fato que me deixa extremamente feliz e orgulhoso, por eu estar podendo compartilhar estas minhas viagens dos pensamentos e idéias diárias com muitas pessoas.

     

    Obrigado por tudo e voltem sempre !!

     

     João Kepler Braga



    Escrito por João Kepler às 15h49
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    População de baixa renda impulsiona e-commerce brasileiro

     

     

     

    75% dos internautas tem renda até 5 salários mínimos e este potencial de crescimento do setor de compra pela Internet hoje, vem de jovens das classes C, D e E.

     

    Nos últimos dois anos os chamados consumidores de baixa renda, distribuídos nas classes C, D e E, passaram a consumir mais produtos e serviços por meio do comércio eletrônico, ganhando posição de destaque no atual cenário econômico. Segundo estudo da Avenida Brasil, única agência de publicidade especializada em consumo de baixa renda, 75% dos internautas tem renda de até cinco salários mínimos mensais. A análise também estima que 70% do potencial de expansão do setor venha das classes C, D e E. Hoje, a maioria dos computadores está em domicílios da classe C. Além disso, a classe C brasileira ficou maior no país, representando hoje, de acordo com recentes informações divulgadas pela Fundação Getulio Vargas, cerca de 53% da população.

     

    Para o consultor e especialista Renato Meirelles, da agência de publicidade Avenida Brasil - o potencial de expansão do e-commerce brasileiro é enorme, já que os consumidores da base da pirâmide econômica detem hoje 69% dos cartões de crédito no país e as vendas de computadores para estas classes vem crescendo. Meirelles, que realiza várias pesquisas na área, vê a inclusão dessa nova faixa de consumidores, nesse meio de consumo, não só como uma ferramenta importante para driblar a crise, mas também um caminho importante para o varejo e meios de pagamentos no país.

     

    Adaptado do artigo do consultor Renato Meirelles



    Escrito por João Kepler às 10h19
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    O que são os Gadgets?

     

    .

    Gadget é uma gíria tecnológica recente que se refere a equipamentos que tem um função específica, prática e útil no cotidiano, além de ser STATUS (no sentido social). São comumente chamados de gadgets dispositivos eletrônicos portáteis como celulares, PDAs, Smartphones, relógios, tocadores mp3, entre muitos outros.

     

    Em outras palavras, é uma "geringonça" eletrônica.  Além disso, chama-se também de Gadget algum pequeno software, pequeno módulo, ferramenta ou serviço que pode ser agregado a um ambiente maior. No site iGoogle, por exemplo, é possível que seja adicionado alguns dos muitos gadgets disponíveis. O Google Desktop, o Windows Vista, o Mac OS X, o KDE e o Gnome são ambientes que aceitam alguns tipos de gadgets específicos, acrescentando funcionalidades ao desktop do sistema.

     

    Os Gadgets têm função social de status (além da lógica finalidade do aparelho), quando se tratam de equipamentos ostensivos. Na medida a que se referem, em sua maioria, a equipamentos de ponta e por muitas vezes com preços elevados, a gíria Gadget é referência de produto tecnológico para poucos, embora seja usada de forma genérica quando se trata de software.

     

     

    Como comprar Gadgets no exterior

     

    Encontrar Gadgets, como: Acessórios, aparelhos, carregadores, cabos, baterias, adaptadores e outras bugingangas de alta tecnologia em lojas pelo Brasil é uma tarefa quase impossível. (Se garimpar muito, na rua Santa Efigênia em São Paulo pode encontrar alguma coisa) Em vez de ficar batendo perna por aí, uma opção muito mais prática e geralmente mais barata, é pesquisar em lojas online.

     

    Como a maioria dos acessórios são produzidos na China e em outros países da ásia, você pode ir direto à fonte, comprando diretamente em lojas do exterior. Além da maior variedade, da comodidade e da maior facilidade em encontrar acessórios e adaptadores incomuns, você acaba pagando muito menos.

     

    Algumas lojas on-line bem conhecidas que enviam para o Brasil são:

     

    http://www.dealextreme.com/

    http://uxcell.com/

    http://www.brando.com.hk/

    http://www.netimes.com/shop/

     

     

    Lojas do exterior são também a melhor opção se você precisa de peças de reposição, como telas, cabos flat, que são quase impossíveis de encontrar no Brasil. Outro item comum são os teclados e carcaças de reposição, que podem ser usadas para recauchutar um aparelho já bem usado, dando a ele um ar de novo. Elas são interessantes sobretudo se você achou algum modelo usado por um bom preço, mas com muitos riscos ou outros danos visuais:

     

    Essas peças são relativamente baratas, em muitos casos custando menos de US$ 10, mas a qualidade varia bastante, por isso é importante pesquisar por alguns comentários em fóruns ou reviews antes de comprar. Em alguns casos, você pode encontrar carcaças originais, naturalmente por preços mais altos.

     

    Além das lojas online, outra opção é pesquisar no Ebay (http://ebay.com), onde você encontra diversos produtos e acessórios difíceis de achar a preços bastante competitivos.

     

    Comprar no exterior geralmente não é vantajoso se você for comprar produtos comuns, que podem ser facilmente encontrados no Brasil, nem para itens pesados (como gabinetes e monitores), onde o custo do envio é muito alto.

     

    Bem vindo ao mundo dos GADGETS !!

     

    Adaptado da Fonte: Wikipedia e Gdhpress

     



    Escrito por João Kepler às 07h49
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    O que você quer saber primeiro .. A notícia Boa ou a Ruim ?

     

     

     

    Se você tivesse que receber duas notícias, uma ruim e outra boa, qual das duas você gostaria de gostaria de receber primeiro? O dilema existe no nosso cotidiano e por incrível que pareça, a escolha pra mim, faz sim, diferença.

     

    Para mim é melhor contar as novidades ruins antes das boas.  Quando a notícia ruim vem depois da boa, eu já não consigo me alegrar tanto e curtir melhor a novidade.

     

    Para as pessoas no geral, assim como eu, elas gostam de receber a notícia ruim antes da boa, apesar de felicidade não ser plena, a satisfação de receber uma novidade alegre vai prevalecer. Alegria e tristeza são sentimentos com reações diferentes em cada um de nós, porém, a boa novidade, se contada depois da ruim, faz, ainda, com que a pessoa se sinta mais forte e com capacidade de reagir melhor. É como se fosse um prêmio consolo.

     

    Outro aspecto que quero abordar é quando a notícia ruim não vem, nem antes nem depois da boa e é prevista para qualquer momento. O sentimento é muito pior, pois o período de indefinição ou de ansiedade, é pior do que a notícia Ruim propriamente dita. Esperar por um desfecho é sofrer no escuro. O sofrimento da antecipação não tem tamanho. Lidar com a notícia real como ela é, mesmo quando o quadro não é bom, é um caminho definido, uma batalha muito mais objetiva, clara e podendo ficar sob controle.

     

    De qualquer forma, notícias boas ou ruins, sendo dita antes ou depois,  independente da gravidade (no caso de má notícia) ou da graça (no caso de boa notícia) nunca pare por um prazo longo demais para comemorar ou se recuperar. Reaja rápido, invente, tenha idéias, repense,  planeje e ponha em prática seus projetos.

     

    Bem, não sou dono da verdade, essa é a minha opinião, porém, quem gostar de saber de notícias boas primeiro que as ruins, tem ainda a possibilidade de sair correndo e “não ouvir” a ruim que vem depois. (rsrs)

     



    Escrito por João Kepler às 08h41
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    Uma Homenagem ao Dia do Trabalhador

     

    - Para o mercado de Venda Direta e de Empreendedores, o dia 1º. de maio tem um sabor diferente. Para este mercado, trabalhador é TRABALHO e não EMPREGO.

     

    Por isso, segue minha homenagem àqueles que estão no campo batalhando pelo sustento de suas famílias, para àqueles que  pedalam no dia a dia para não cair, para àqueles que têm um pequeno negócio e para todos os VENDEDORES que conheço.

     

    Este vídeo que fala sobre a atual situação mundial, a redução dos empregos e da classe média e dá algumas dicas do que fazer em uma terra de oportunidades. Oportunidades de negócios !!.

     

    Clique na tela abaixo para assistir ao vídeo:

     

     

     

     

     

    Este vídeo é ao mesmo tempo, um alerta sério sobre a nossa realidade de condições e também um grande convite a mudança que só pode partir de dentro de cada um de nós.

     

    Você acha que ter dinheiro é a solução dos seus problemas? Ou a solução é ter todo o tempo que você acha necessário para levar adiante todos os seus projetos e sonhos? Se você está em busca do sucesso, diga: Como VOCÊ DEFINE o que é o sucesso?

     

    O que é melhor: Ser patrão ou empregado?

     

     



    Escrito por João Kepler às 08h25
    [] [envie esta mensagem
    ] []



     
      [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]