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    Blog do João Kepler
     


    Consumidores estão satisfeitos com e-commerce

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    Os consumidores que compraram presentes para o Dia das Mães e para o Dia dos Namorados pela internet no mês de maio aprovaram os serviços prestados pelas lojas virtuais brasileiras. De acordo com o “Índice de Confiança do e-consumidor”, estudo desenvolvido pela e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), 86,45% dos internautas que fizeram suas compras nestes sites se disseram satisfeitos com o resultado final de suas compras.

     

    O resultado foi o recorde do ano e demonstra que os varejistas virtuais brasileiros estão, a cada dia, mais bem preparados. O mês de maio é o segundo período mais importante do varejo no ano. Com o aumento no número de vendas, é natural que o e-commerce registre alguns problemas relacionados à logística durante o período. Mas o nível de satisfação indica que não foi o que aconteceu.

     

    Para chegar aos resultados, a e-bit colheu 109.128 questionários no mês de maio. Por eles, as pessoas opinavam sobre quesitos como facilidade de comprar, seleção e informação sobre os produtos, preços, navegação, entrega no prazo, qualidade dos produtos, qualidade do atendimento a clientes, política de privacidade e manuseio e envio dos produtos.

     

    Durante o período do Dia das Mães, o e-commerce faturou R$ 440 milhões. Já no Dia dos Namorados R$ 393 milhões. Ambos os resultados significam um crescimento de 20% em relação às mesmas épocas do ano passado.

     

    Fonte:  MundoMarketing



    Escrito por João Kepler às 10h22
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    Vendas pela Internet: Alagoas perdeu o medo do comércio eletrônico

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    Praticidade na compra, rapidez na entrega e preços competitivos. O grande sucesso do 'E-Commerce', como é chamado o comércio pela Internet, está nas facilidades, tanto para quem compra como para quem vende. Um mercado novo, o virtual, que vem crescendo muito nos últimos anos.

     

    Em Alagoas, uma nova empresa de comércio eletrônico para venda de INGRESSOS On-Line, Show de Ingressos,  teve seu portal lançado a menos de 40 dias e já alcançou um resultado fantástico em número de acessos e superou as expectativas nas vendas dos ingressos para eventos da região e em outras partes do Brasil.

     

    Isso mostra claramente que o Alagoano perdeu o medo de comprar pela Internet, mas ainda são pouquíssimas empresas de Alagoas que disponibilizam seus produtos para a venda on-line pela Internet. Por outro lado, estar na rede para atender esses novos clientes é uma preocupação cada vez maior entre os empresários. Segundo uma empresa de Tecnologia Web em Alagoas, Softwan Store, especializada em desenvolvimento de Lojas Virtuais, diversas empresas do comércio tradicional, tem procurado propostas para implantação do seu comércio eletrônico.

     

    Grande parte desta mudança de perfil se deve aos Portais, de notícias, de fotos, de entretenimento e principalmente as Redes Sociais, que fazem com que muitas pessoas fiquem conectadas mais tempo ao computador e pelos celulares de última geração. Recentemente o famoso microblog Twiitter virou uma mania entre os Alagoanos e rapidamente cresceu em números de usuários (de estudante a empresários) de Maceió em uma proporção extraordinária. Neste sentido, navegam e recebem notícias em tempo real de outras pessoas e principalmente de empresas que de forma sutil anunciam seus produtos virtualmente.

     

    Este boom em Alagoas, apesar de ainda não ser proporcional ao que acontece em todo o Brasil, mas já reflete o caminho a ser seguido. Segundo uma empresa que faz pesquisa no setor, a e-bit, enquanto o comércio tradicional em todo o Brasil cresceu 5% em 2008, o eletrônico teve 50% de aumento. E este ano já cresceu mais 25%. A e-bit prevê ainda que o número de consumidores online atinja 17,2 milhões em 2009, ante os 13,2 milhões do ano passado.

     

    As compras pela internet realmente estão em alta no Brasil. uma pesquisa inédita da consultoria AC Nielsen, mostrada recentemente, os internautas brasileiros formam o maior grupo de consumidores online da América Latina . De acordo com o estudo, 87% dos usuários de computador do país já compraram pela rede – um índice impressionante mesmo para padrões mundiais. Em segundo lugar estão os chilenos, com 77%, seguidos dos argentinos, com 74%. Além de formar o maior grupo, os internautas brasileiros são os mais assíduos compradores, cerca de 40% responderam que a última compra foi feita há menos de um mês, bem à frente dos usuários de outros países.

     

     

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    As razões para quem ainda não compra virtualmente são muito poucas, basicamente é a inexperiência de compra pela Internet, além dos receios de usar o cartão de crédito, de que o produto traga frustração, de o produto ser entregue com defeito e demora na entrega.

     

    Mas, estes receios são válidos até certo ponto, porém, a chance de alguma Loja Virtual devidamente registrada, certificada e verificada pelos meios de pagamento com cartões VISA, MASTER CARD e AMERICAN EXPRESS e Bancos tradicionais, como o BRADESCO e ITAÚ de se aproveitar para usurpar dados, senhas e informações importantes, hoje em dia, praticamente não existe. Além disso, Antes de clicar em "confirmar" as condições da compra, informe-se sobre a empresa prestadora do serviço, sua reputação, razão social, CNPJ, endereço e telefone são importantes, caso seja necessário encontrar a companhia após a concretização do negócio.

     

    Todos nós sabemos, que comprar pela Internet é mais rápido e mais prático. Realmente o medo está virando coisa do passado com o aperfeiçoamento da tecnologia e com as opções cada vez maiores de Lojas Virtuais. Não existe um meio mais cômodo para se comprar o que quiser: basta procurar uma boa loja virtual, verificar todas as características do produto para ver se realmente é o que esperava, adicionar ao "carrinho virtual", escolher a forma de pagamento, a forma de entrega e aguardar. A Internet permite que o consumidor pesquise para escolher melhor o seu produto, sem precisar sair de casa e nem se preocupar com os horários das lojas convencionais.

     

    A cada dia que passa, a população Alagoana está fazendo mais compras pela rede, valorizando o comércio eletrônico. Bem-vinda Alagoas a realidade do mundo virtual !!



    Escrito por João Kepler às 06h09
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    Só pode ter tudo quem está disposto a correr o risco de não ter nada

     

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    Empreender - O céu é o limite ! São possibilidades infinitas de negócios.

     

    Para entrar nesse mundo que mais parece um universo você só precisa ter um negócio, ou estar livre para entrar em um, e depois em outro, e daqui a pouco em mais outro. Saindo ou permanecendo nas oportunidades anteriores na hora em que bem entender. 

     

    Quem tem um emprego tem um bocado de coisas. Sobretudo, a sensação de estabilidade, de que há uma zona de conforto, de que as coisas estão de alguma forma garantidas. (Elas não estão. Mas essa é uma ilusão gostosa de ter e de nutrir. Torna o cotidiano de qualquer um mais leve. E talvez, no final, essa quimera seja a única coisa realmente bacana que uma grande corporação tem a oferecer nos dias que correm e nos dias que virão.). O ponto é que é preciso não ter um emprego para viver o mundo das possibilidades infinitas de crescimento e realização. Só quem não tem garantias pode viver com toda a intensidade esse sentimento sobre a própria carreira, sobre a própria renda, sobre o próprio dia-a-dia profissional. Esse é um mundo para quem abdica da estabilidade, da zona de conforto, da sensação (verdadeira ou falsa) de segurança. Eis o ponto: só pode ter tudo quem está disposto a correr o risco de não ter nada. Não é para qualquer um. Não é mesmo!!

     

    Diariamente o empreendedor confronta com propostas de compra, venda, associação, joint-ventures, consultoria, parcerias, expansão, novos produtos, novos serviços. As oportunidades surgem numa velocidade e num volume muito maiores do que quando se é funcionário de uma empresa. Parece que o mundo se abre para quem se abre a ele. Parece que é preciso se deslocar e pedir a bola para receber os melhores lançamentos.

     

     

    Adaptado do brilhante artigo de Adriano Silva



    Escrito por João Kepler às 06h02
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