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    O blog João Kepler mudou de endereço ......

     

    Acesse agora: www.joaokepler.blog.br

     

    Com um novo visual e muitas novidades para você !!!


    Os posts aqui no UOL são antigos .... serevem apenas para consulta ao Banco de Dados de mensagens anteriores !!



    Escrito por João Kepler às 05h08
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    Escrito por João Kepler às 05h07
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    “Loja dentro de loja” – Uma parceria inteligente

     

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    O conceito de “loja dentro de loja”, antes mais concentrado no setor supermercadista, está crescendo e novas parcerias estão sendo feitas, dada a escassez de grandes espaços para abertura de unidades e a vantagem de custos menores de instalação e fidelização de clientes em tempo de crise econômica. Especialistas em varejo crêem que esse tipo de negócio deverá ocorrer mais em todos os setores varejistas e estimam que a sinergia entre duas operações possa trazer um incremento de cerca de 30% em vendas e faturamento aos proprietários.

     

    Este é o caso da Franchising Ventures, por exemplo, fundo que possui marcas como a Livraria Nobel, Café Donuts, Centro Britânico e Sapataria do Futuro, que acredita que o conceito, também conhecido como store in store, pode ser uma alternativa para maximizar o faturamento e eliminar gastos. Hoje, a empresa possui 10 unidades da Livraria Nobel que contêm uma loja da Café Donuts, e aposta que esse número deve crescer. De acordo com Eduardo Peres, gerente de Expansão do Café Donuts, com a parceria há aumento de 20% a 30% em faturamento. Para ele, o modelo também deve crescer em todas as áreas de varejo, e afirma estarem abertos a novos formatos que incluam suas marcas e franquias. “Busco locais que tenham viabilidade, com possibilidade de um espaço barato e custos interessantes, muitas vezes falamos para o franqueado que ele pode melhorar seu negócio com outra loja, e ele próprio também tem interesse”, explica o gerente.

     

    Potencial

     

    Para especialistas em varejo, esse tipo de negócio também deve continuar a crescer com as inúmeras possibilidades de parceria e custos mais baixos. De acordo com Leonardo Araújo, diretor executivo da Gad Retail, empresa que desenvolve projetos de ponto-de-venda e tem como clientes redes como Wal-Mart, é mais fácil uma rede procurar uma outra operação que já atue em uma área em que não é especializada. Além disso, o consumidor está cada vez mais exigente e vai optar por locais que lhe dêem mais conforto e mais opções. “Isso valoriza a loja e pode trazer um incremento de cerca de 30% em vendas”, diz. Luis Góis, sócio sênior da consultoria Gouvêa de Souza (GS&MD), concorda. Ele afirma que no Brasil ainda há muito espaço para se explorar o conceito, já que nos Estados Unidos e na Europa, por exemplo, há diversas tendências e exemplos, como é o caso da rede de farmácias britânicas Boots, que tem óticas dentro de suas unidades, e outros serviços. Ou ainda lojas de departamentos que possuem salões de beleza. “É mais fácil criar uma parceria e é possível trazer operações que estão ligadas e se complementam.” Ele lembra que há vários modelos possíveis: além de ter uma outra operação dentro da loja, pode ser criado um corner - pequeno espaço na loja -, só com produtos de uma marca, ou ainda pavimentos diferentes, por exemplo.

     

    Recentemente o Braço Varejo do Grupo Silvio Santos, Lojas Baú Crediário, montou uma operação semelhante. É uma expansão com Ponto Fixos de Vendas dentro de Lojas parceiras espalhadas pelo Brasil, que se utiliza da força da marca do Grupo e do canal único de distribuição e tecnologia para vender produtos diretamente das Lojas do Baú aos consumidores destes Pontos de Vendas. Essa sistema de “Loja dentro da Loja” no Nordeste é chamada de Ponto a Ponto Baú.

     

    Adaptado de artigo do Blog do Varejo - Aprovare / Jornal DCI



    Escrito por João Kepler às 07h29
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    Supermercado virtual, essa moda pega no Brasil ?

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    O site Alice.com, acaba de ser lançado nos EUA. Apesar desse serviço de “supermercado virtual” não ser nenhuma novidade, o diferencial deste site é justamente não ser um Supermercado. A proposta é uma espécie de outlet virtual onde diversas marcas e fabricantes expõe seus produtos, sendo uma forma de relacionamento direta, sem intermediários, com o consumidor, oferecendo mais de 6mil produtos com descontos em média 25% mais barato que qualquer outra loja.

     

    O site se encarrega de organizar os produtos escolhidos no carrinho de compras virtual, aceita cupons de descontos, facilidades, programa de fidelidade e muitas outras formas e vantagens para o consumidor. Os itens comprados são embalados e entregue gratuitamente diretamente na casa do cliente.

     

    No Brasil, em 2000, foi lançado um portal nesta linha, batizado de Amélia. ( Amelia.com.br )  A idéia era vender toda a gama de produtos e oferecer ainda outros serviços, tais como vídeo-locação, lavanderia, revelação de filmes, conserto de roupas e sapatos. Mas a experiência fracassou em pleno estouro da "bolha da internet". Depois disso, o grupo Pão de Açúcar, dono do site, decidiu diferenciar os canais de venda de alimentos e não-alimentos. Os alimentos ficaram embaixo do guarda-chuva do Pão de Açúcar Delivery  ( www.paodeacucar.com.br ) e os não-alimentos no Extra ( www.extra.com )  Hoje, os dois negócios estão alocados em cada uma das Unidades de Negócios.

     

    O Pão de Açúcar Delivery oferece listas prontas, programa de fidelidade (Pão de Açúcar Mais), receitas culinárias, além de encontrar diversos produtos de mercearias, vinhos e os produtos exclusivos Taeq.  O serviço não está disponível para todo o Brasil, atendendo somente no Estado de São Paulo e nas cidades do  Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba e Fortaleza.

     

    No Japão, o mercado de encomendas de itens de supermercado deve chegar a quase US$ 19 bilhões, informa um estudo da Yano Research. A maioria das grandes redes de mercearias e mercados japoneses já estão no mundo virtual.

     

    Esta modalidade de negócios que está em franca expansão no mercado brasileiro, uma vez que as grandes redes varejistas que possuem lojas físicas estão dedicando maior atenção para o comércio eletrônico. É uma tendência natural que supermercadistas também passem a investir no e-commerce, por três motivos essenciais: oferece maior praticidade, agilidade e comodidade ao cliente, além disso, é uma vantagem competitiva, reduz custo de estoque e diminui o risco de inadimplência, uma vez que as transações são efetuadas por meio do cartão de crédito. Um estudo feito com 954 clientes de uma rede de supermercado revela que o nível de satisfação dos consumidores que compraram virtualmente ficou estabelecido em 70,1%.

     

    Vamos ver que acontece, se mais supermercados vão oferecer serviços web e as movimentações do setor no Brasil. 

     

     

    Fonte Pesquisa: flywheelblog.com, Alice.com, tecnovarejo.blogspot.com, Abras, paodeacucar.com.br e Marjori Rosa (http://hdl.handle.net/10183/2079 )

     

     



    Escrito por João Kepler às 06h19
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    O Varejo Brasileiro segue dando show de inovação

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    O Brasil é seguramente um exemplo em inovação para o varejo global.  

     

    Inovação não é somente uma boa idéia nova, é a poderosa combinação de elementos que criam laços com o consumidor, aumentando a sua percepção de valor sobre a empresa, seus produtos e serviços.

     

    Percebemos facilmente nessas empresas inovadoras, três plataformas e premissas principais de inovação:

     

    1) Acesso a novos Produtos e Serviços;

    2) Design, Qualidade e Acessibilidade;

    3) Variedade e Localização.

     

    Que se transformam em verdadeiras alavancas de Vendas e Relacionamento.

     

    Alguns exemplos de empresas brasileiras, que mostram como o varejo se transformou em referência internacional:

     

    - Pão de Açúcar -  O formato dos supermercados e estratégia multicategorias da marca própria Taeq;

    - Casas Bahia - A estratégia e competência da gestão de crédito para baixa renda;

    - Magazine Luiza – A maneira simples de sua loja virtual

    - Riachuelo - Os serviços financeiros integrados com operações de varejo;

    - Lojas do Baú – O modelo de renovação e a pulverização de Ponto Fixos de Vendas;

    - Dicico – O formato compacto de lojas de material de construção;

    - Hering - Criação de canais exclusivos da marca;

    - Boticário - Criou a maior rede mundial de franquia de lojas de cosméticos;

    - Natura – Montou uma das maiores operações mundiais em vendas diretas;

    - Jequiti – Utiliza fortemente o relacionamento e a mídia no SBT para atrair consultoras de vendas;

    - Dpaschoal – Rede de lojas próprias e autorizadas para atuação em mercados com menor potencial;

    - Lojas Americanas – O fortalecimento virtual com a BW2

    - Calçados Paquetá - Integração indústria-varejo multibandeiras;

    - Grupo atacadista Martins – As lojas Smart

     

    Entre muitos outros exemplos ... 

     

    Os principais drivers para a inovação tem sido a instabilidade da economia mundial, a concorrência e a necessidade de atingir os consumidores emergentes.

     

    Parabéns ao varejo brasileiro !!

     

    Fonte Pesquisa: sites das empresas e DCI



    Escrito por João Kepler às 07h06
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    As Indústrias e a Venda pela Internet

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    Em setembro de 2008, o Jornal Valor Econômico publicou uma matéria onde  mostrava que a venda pela internet seria o novo ponto de atrito entre a Indústria e o varejo. Nesta matéria, a consultoria Gouvêa de Souza & MD, especializada em varejo, previa que as indústrias usariam cada vez mais os endereços web para se aproximar do consumidor final, transformando os seus sites de relacionamento em lojas virtuais. A matéria também apresentou uma pesquisa onde 90% das 100 redes varejistas entrevistadas responderam de forma negativa a iniciativa da indústria.

     

    Pois bem, 10 meses depois, realmente mais indústrias estão buscando seu espaço neste canal de vendas pela Internet ou por outro canal direto ao Consumidor. A exemplo e no mesmo caminho de empresas como Panasonic, Sony, Apple,  Whirlpool (Brastemp e Consul), Nestlê,  Coca-Cola, entre muitas outras marcas que já desenvolveram através de seus próprios sites, Lojas Virtuais de comércio eletrônico ou um sistema de interação e venda ao consumidor final.

     

    A principal alegação não é fazer concorrência as lojas físicas, mas a importância do contato direto entre indústria e consumidores, quando até então os clientes eram “invisíveis” e apenas de “propriedade” dos varejistas e financeiras, agora essas informações passam a ser compartilhados também pelos fabricantes, nada mais justo.

     

    Estas indústrias têm no canal varejista um fortíssimo aliado, é verdade e aos poucos, a internet vai fortalecendo a relação dos consumidores com os produtos diretamente nas indústrias, uma vez que pela Internet, é possível o cliente explorar todo o catálogo e mix de produtos que muitas vezes nas Lojas fica inviável fazer por questões econômicas, de espaço e até de tempo do cliente.

     

    Através das iniciativas de e-commerce a indústria pode além da venda (pelo preço sugestão ao varejo) de todo o seu mix de produtos, ter um portal de relacionamento, onde o consumidor deixa sua opinião, dicas, reclamações e sugestões. Além disso, se aproximar e desenvolver campanhas de CRM e mensurar as tendências de consumo.

     

    Por outro lado, os Varejistas alegam que as indústrias devem focar em produzir e deixar com eles a tarefa de vender, tem lógica este argumento, porém, os tempos são outros e as pesquisam apontam o Brasil como um dos principais usuários da Internet no mundo, além disso, os clientes buscam e exigem determinadas posturas de suas marcas preferidas, por isso, o Varejo deve focar também neste mercado virtual saindo de suas Lojas físicas e indo buscar na Internet esse consumidor ávido por conteúdo e informação. Como fez a Loja Virtual das Casa Bahia, por exemplo.

     

    De qualquer forma, na prática, nessa queda de braço, não se tem notícias de que o varejo (em conjunto)  bloqueou determinada marca por estar supostamente fazendo concorrência de venda pela Internet.   Vamos em frente e que venham mais Lojas Virtuais e outros modelos de Venda Direta ao Consumior, nós agradecemos !!

     



    Escrito por João Kepler às 07h40
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    Intenção de compra em alta entre os nordestinos

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    Todas as classes sociais foram beneficiadas com aumento de renda no ano passado. Apesar disso, o brasileiro deve reduzir as suas pretensões de compra. Menos o nordestino, que é o mais otimista com a situação geral do país e está pouco disposto a economizar, segundo a pesquisa Observador Brasil realizada pelo instituto Ipsos-Public Affairs, a pedido da financeira francesa Cetelem. Enquanto nas outras regiões houve uma retração nas previsões de gastos, de acordo com o levantamento, o Nordeste obteve uma das maiores intenções de compra, ficando atrás apenas do Norte/Centro-Oeste. Eletrodomésticos e móveis lideram a lista de itens desejados pelos nordestinos.

     

    "O Nordeste é a região que mais está se beneficiando do acesso ao crédito e isso está se traduzindo em aumento de vendas", diz Marcos Etchegoyen, vice-presidente do Cetelem Brasil. O Observador vem traçando as tendências de consumo desde 2005. Para a edição de 2008, o estudo ouviu consumidores de 70cidades de nove regiões metropolitanas do país, entre 16 e 28 de dezembro de 2008. Em onze países da Europa, onde essa mesma pesquisa é realizada, a pedido do grupo Cetelem, houve uma queda na avaliação da situação geral do país. No Brasil, entretanto, a nota de 0 a 10 que foi dada pelos consumidores, que era 5,3 no ano passado, subiu para 5,6.

     

    "Este é um dado que pode confirmar que a crise econômica ainda não foi percebida pela população, já que os efeitos no Brasil estão bem menores que em outros países da Europa", diz Etchegoyen. Neste contexto, os nordestinos são os mais otimistas. A região deu a maior média para a situação do país, que ganhou nota 6. Outra explicação para a boa avaliação do país, segundo o vice-presidente do Cetelem, é o aumento da renda em todas as classes sociais, proporcionado em 2009. Segundo o estudo, a renda familiar média do brasileiro cresceu 11%, passando de R$ 1.047, em 2007, para R$ 1.162.

     

    O maior avanço ocorreu nas classes A e B que, depois de sofrer um achatamento dos rendimentos em 2006 e 2007, foi beneficiada com um aumento de 16,5%, atingindo R$ 2.586. Na classe C, o aumento da renda foi de 13%, chegando a R$ 1.201. Já as classes D e E, houve um incremento de 12% na comparação anual, para R$ 650. Mesmo com mais renda disponível para gastar, nos doze itens levantados pelo estudo, houve uma retração nas intenções de compra. No Nordeste, entretanto, a única redução foi nos gastos com lazer, que caiu de 18% para 17% das menções. Móveis (31%) eletrodomésticos (37%) e celulares (25%) são os principais itens na lista do nordestino.

     

    Curiosamente, os carros não obtiveram uma alta expressiva nas intenções de consumo. A redução do IPI já estava em vigor durante o período de pesquisa, mas a vontade de comprar carros no país caiu de 17%, em 2007, para 14% das menções. Já os eletrodomésticos, que ainda não tinham recebido o incentivo fiscal, lideravam as pretensões de compra. "Com a manutenção do IPI para a linha branca, a venda desses produtos tende a ficar ainda mais aquecida", analisaEtchegoyen.

     

    Fonte: Mirella Falcão – Diario de Pernambuco

     

     



    Escrito por João Kepler às 15h08
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    Reduzindo os impostos, as lojas podem vender mais barato

     

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    Na medida em que se reduzem os impostos, as lojas podem vender mais barato e aumenta o consumo. E aumentando o consumo, aumenta a produção e reduz o desemprego é o que afirma a Associação Comercial do Rio de Janeiro.

     

    A decisão do governo de manter a redução do IPI, foi comemorada pelo setor varejista. A continuidade da ação impulsionará a economia do País frente ao atual momento econômico, aponta o  IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo)

     

    A medida mostrou resultados bastante positivos no primeiro semestre, sendo que o IPV (Índice de Preços no Varejo), calculado pela Federação do Comércio de São Paulo, revelou que ocorreu uma queda real nos preços dos produtos com a desoneração, demonstrando, dessa forma, o peso que os impostos exercem sobre o poder de compra do trabalhador.

     

    O comércio espera maior crescimento do setor com as medidas anunciadas pelo governo. Segundo cálculo da CNC (Confederação Nacional do Comércio), o setor esperava crescer 4% em 2009, em relação ao ano passado. Depois do anúncio do IPI, contudo, o percentual foi revisto para 4,3%.

     

    No entanto, o setor clama por uma Reforma Tributária mais ampla e mais profunda. As reduções pontuais tributárias já indicam a necessidade que há no Brasil de menor carga tributária, por isso, uma visão permanente de longo prazo é essencial para todo modelo de desenvolvimento e o país não pode escapar disso. É o que declarou em nota a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan)

     

    De uma maneira ou de outra, o efeito cascata dessa redução pontual é muito benéfico, na medida em que gera mais consumo, mais produção e mais emprego.

     

    Fonte Pesquisa: IDV e Agência Brasil

     

     



    Escrito por João Kepler às 07h33
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